Está provado: humanismo é uma manifestação da mentalidade revolucionária

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Humanistas já reconheceram a tal ponto sua falta de vergonha na cara que nem sequer deixam escapar suas intenções, como poderemos ver em uma análise de uma nova campanha deles, entitulada “Consider Humanism”.

Antes muitos deles diziam “nós somos humanistas, não ateus militantes”. Mas agora com essa campanha a máscara caiu definitivamente.  E toda a tese da mentalidade revolucionária finalmente é demonstrada como a explicação definitiva da mente dessa patuléia.

O site traz um adicional, que são alguns banners de difamação de religiosos, para que seus militantes humanistas imprimam e saiam distribuindo por aí. Estes banners também são exibidos no formado de vídeo.

Os anúncios usam a técnica que defino como raciocínio de pêndulo, em que são lançadas várias situações de comparação, e sempre apresentados dois extremos em cada situação. A situação pejorativa é lançada para o adversário, e a situação positiva, é claro, para a parte propagandeada.

Vamos a um exemplo do raciocínio de pêndulo para comparar dois treinadores de futebol. Chamarei-os, nesse exemplo, de Treinador 1 e Treinador 2.

Imaginemos que um propagandista esteja a favor do Treinador 1 e contra o Treinador 2.

O raciocínio de pêndulo é mais ou menos assim:

  • Treinador 1 é trabalho, Treinador 2 é preguiça
  • Treinador 1 é vencedor, Treinador 2 é perdedor
  • Treinador 1 é liberdade, Treinador 2 é prisão
  • Treinador 1 é sucesso, Treinador 2 é fracasso
  • Treinador 1 é alegria, Treinador 2 é tristeza

E assim, sucessivamente, sempre realizando listinhas, mantendo o atributo pejorativo para o oponente, e um positivo para o lado a ser defendido.

Nenhum atributo precisa ter qualquer consonância com a realidade, pois o que importa é a propaganda e a repetição. É exatamente assim que esse tipo de gente age, por propaganda de difamação, sem nenhum compromisso com a verdade, e agindo por repetição.

No caso da campanha humanista, os adesivos usam a mesma técnica, sempre simulando que religiosos acreditariam ou defenderiam algo odioso, e em seguida o humanista teria a sua contrapartida positiva.

Em mais um ato de falha de caráter extrema, os adesivos nem sequer mostram os acusados de forma explícita, referenciando os religiosos como “alguns”.

Quer dizer, se alguém formaliza uma acusação mas sequer deixa explícito quem é o acusado, com que nível de gente estamos tratando?

Como eu tenho dito, a tendência é que o humanista, principalmente após o boom do neo ateísmo, perca cada vez mais sua dignidade.

O discurso deles é exatamente na mesma tonalidade do discurso de um petralha. Para eles, não importa se falam mentira ou não, mas sim se conseguem proferir mentiras em tanta quantidade contra seus adversários a ponto destes desistirem de desmentir.

Vamos a uma investigação de todos anúncios:

Sobre a mulher

Eles alegam que a crença religiosa no que se refere à mulher se resume a: “A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio” (1 Timóteo 2:11-12). Em seguida, alegam que o humanista tem a solução! Eles citam Robert Ingersoll, que disse: “Os direitos do homem e da mulher devem ser iguais e sagrados – casamento deveria ser uma parceria perfeita”. Mas isso é exatamente o que a Bíblia diz. Vejamos: “Tanto os homens quanto as mulheres devem ser o sal da terra e a luz do mundo” (Mateus 5:13-16); “Enfim, mulheres e homens são iguais diante de Deus e ambos têm maneiras importantes pelas quais devem servir a Deus” (Gálatas 3:28). Isso mostra que a amostragem dos humanistas foi simulada já de cara para a difamação. A diferença alegada na comparação de Ingersoll com a própria Bíblia simplesmente inexiste. Curiosamente a declaração de Ingersoll trata da parceria entre homem e mulher, entrando em contradição com os próprios humanistas, hoje defensores do casamento gay.

Sobre a escravidão

Aqui a baixaria é amplificada de forma inacreditável. Segundo o anúncio, a crença cristã se baseia em “Se um homem ferir seu escravo ou sua escrava com um bastão, de modo que ele morra sob sua mão, será punido. Se o escravo, porém, sobreviver um dia ou dois, não será punido, porque ele é propriedade do seu senhor.” (Exodus 21;20-21). Vejam a alternativa humanista, citada de “Humanism and its Aspirations”: “Estamos comprometidos a tratar cada pessoa como possuidora de valor e dignidades inerentes, e criar escolhas informadas em um contexto de liberdade em harmonia com responsabilidade”. Quer dizer, o texto humanista simplesmente reescreve a máxima de que todos são iguais aos olhos de Deus e ainda MENTE dizendo que esse tipo de valor é humanista. Para piorar, eles mentem ao dizer que o tratamento de escravos do passado era associado à religião, quando no máximo é CITADO por ser um costume de uma época. Em essência, a técnica que eles usam aqui é “A Bíblia manda cometer atrocidades”.

Sobre guerra e paz

Novamente, na idéia do raciocínio de pêndulo, agora a idéia deles é dizer que humanistas são da paz e religiosos são da guerra. Algo tão ingênuo como as criancinhas que dizem “ele é do bem, e ele é do mal”. Curiosamente, isso se tornou o maior marketing de venda humanista e neo ateísta. Aqui eles citam o Corão com a frase: “Combatam todos no caminho de Alá e mate aqueles que descrêem em Alá”. Na verdade, a expressão é totalmente fora de contexto, pois na verdade o Corão mencionava simplesmente um cenário de guerra que ocorriam nos tempos de Maomé, entre islâmicos e não-islâmicos. Mas os humanistas tem a solução para a paz! Segundo a Resolução da Paz de 1969 feita pela AHA, entitulada “Calling to End the Vietnam War”, vejam que solução aparentemente bonitinha: “Nós devemos nos envolver na política e legislação de forma a eleger homens e mulheres amantes da paz e afirmadores da vida, que irão aprovar uma legislação focada em colocar um fimà guerra e outras formas de destruição, trazendo-nos paz”. Emocionante, não? Só que justamente esse tipo de mentalidade ajudou realmente a tirar as tropas americanas do Vietnã. E facilitou tremendamente a tomada do Cambodja pelo Khmer Vermelho, culminando no maior massacre proporcional da história recente. Em um país de 7,1 milhões de pessoas, simplesmente 2 milhões foram mortos pelo regime comunista. Regime, aliás, amado de paixão pelos manifestantes humanistas. Se não amam o comunismo, ao menos amam formas mais moderadas de esquerdismo, que também simpatizam com o comunismo. Quer dizer, perto do que está escrito no Corão, os atos CAUSADOS pelo humanismo são extremamente piores.

Sobre inteligência

Segundo os humanistas, o religioso é contra a inteligência. Qual a evidência disso? Vejam só: “Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.” (Provérbios 3:5). Mas no que essa frase apresenta rejeição à inteligência? Simplesmente, nada. Mas para o humanista, qualquer distorção é valida em atos de difamação. Mais bizarro ainda é o truque do pêndulo usado, com uma citação de Dawkins, para “provar a inteligência” dos humanistas: “Há toda a diferença no mundo entre uma crença que alguém está preparado para defender citando evidência e lógica e uma crença que é suportada por nada mais que tradição, autoridade e revelação”. Aqui Dawkins tenta delimitar seres humanos, entre os que só acreditam nas escrituras por “tradição, autoridade e revelação” e os que só acreditam em “evidência e lógica”, em mais um raciocínio de pêndulo. Mas simplesmente a crença humanista é que não pode ser sustentada por evidência e nem por lógica, pois ela fornece uma projeção de futuro sobre uma humanidade (de paz, criada pelos humanistas, depois da eliminação dos malvados religiosos) que não é suportada por nenhum tipo de evidência. E logicamente, também não é justificável. E mesmo assim, Dawkins confia nessa crença. Isso mostra que o discurso humanista usa o mesmo truque de Stalin: “acuse-os do que fazemos”. A diferença é que citação da Bíblia tem honestidade intelectual para admitir que há componentes de fé em todas as crenças não totalmente testáveis. Já o humanista mente ao fingir que inexiste fé em seucomportamento, mas as evidências (vistas no comportamento de todos eles) mostram justamente o contrário.

Sobre homossexualidade

Segundo os humanistas, existem visões diferentes sobre o homossexualismo na comparação entre religiosos e os humanistas. Realmente, finalmente acertam uma. Quer dizer, em parte. Pois eles tentam dizer que o trecho de Levítico (20:13) prega a morte de homossexuais: “Quando também um homem se deitar com {outro} homem como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue {é} sobre eles.”. Como sempre a citação está fora de contexto, pois o trecho fala de uma mensagem do Senhor a Moises em que não apenas o ato homossexual é condenado, como também o incesto, a pedofilia e o sexo com animais. Na verdade, o Levítico aborda a iniqüidade como um TODO, e não com uma visão de preconceito, pois não há críticas às pessoas, mas sim ao ato homossexual. Outro detalhe: a expressão “certamente morrerão” é dirigida ao povo sobre o qual se abate a iniqüidade , tanto que a mesma expressão é citada no mesmo capítulo de Levítico várias vezes. Enfim, é mais uma aplicação da técnica “A Bíblia manda cometer atrocidades”. Aqui, no entanto, fica a confissão clara dos humanistas, quando eles citam a Resolução da Igualdade Sexual e apoio ao Casamento entre pessoas do mesmo Sexo, de 2004: “Humanistas reafirmam a validade da igualdade sexual e dão apoio à ações locais, estaduais e federais para legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo”. O que, naturalmente, não surpreende. Ao querer estabelecer o casamento gay como algo normal, querem legitimar algo basicamente por questões políticas. Mas não há sequer um argumento aceitável da parte deles, senão a guerra em rede contra a religião. E usar os homossexuais como idiotas úteis nesse jogo não me parece uma atitude, digamos, decente.

Sobre medo

Esse anúncio é dos mais bobinhos, beirando a infantilidade. Segundo os humanistas, a religião é focada no medo! Para provar isso eles citam Lucas 12:5: “ Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, vos digo, a esse temei.” Notaram a prova deles? Mas vejam o versículo imediatamente anterior, que eles omitiram: “E digo-vos, amigos meus: Não temais os que matam o corpo e, depois, não têm mais que fazer.” Ou seja, a frase em que cita uma entidade a ser temida (Deus) é evidência de que “religião se baseia em medo”, mas a frase em que diz que os homens (no caso, os hipócritas) não deviam ser temidos é omitida. Essa é a “honestidade” intelectual dos humanistas! Na verdade, o que é dito neste capítulo era que aquele que estivesse em paz com sua consciência (somente com contas a prestar com Deus), não precisava temer absolutamente nada. Traduzindo: a mensagem na bíblia é justamente para rejeitar o medo injustificado de picaretas, principalmente aqueles que apelam à autoridade. É claro que os humanistas tem motivos para odiar essa passagem da Bíblia, pois ela nos inspira a desmistificar toda a sorte de safados, como os petistas, os nazistas e os comunistas. E como os humanistas, naturalmente. Para contrapor a “apologia ao medo” da religião, eles citam Bertrand Russell em mais uma de suas afirmações nonsense: “Medo é a principal fonte de superstição, e uma das principais fones de crueldade. Conquistar o medo é o início da sabedoria”. Nota-se que ele não tem muita noção do que significam expressões como medo, sabedoria ou sequer superstição. De fato, a frase de Russell é tão ignóbil que é difícil até comentá-la.

Sobre o ódio

Essa aqui é uma obra de arte da cara de pau humanista. Segundo eles, a religião ensina o ódio, pois Jesus ensina o ódio. Vejam o trecho que eles usam como evidência: “Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.” O problema é que na tradução utilizada por eles, a expressão “aborrecer” é traduzida por “ódio”. Obviamente, tal tradução não faz o menor sentido. De fato, a tradução correta seria “amar menos”. O objetivo desse trecho era explicar que a missão de Jesus e seus discípulos era o mais importante, mais do que os elos familiares e até as metas pessoais de cada um. Simples assim! Tentar dizer que tal trecho da Bíblia tem qualquer relação com ódio é uma mentira das mais desavergonhadas. Eis então que os humanistas tentam dar a “fórmula” que seria um antídoto para o ódio, nas palavras da ateísta Katherine Hepburn: “Eu sou atéia, simples assim. Eu acredito que não há nada que possamos saber exceto que nós devemos ser gentis com o próximo e fazermos o que for possível pelo próximo”. Ou seja, ela copia a expressão “amai o próximo como eu os amei”, da Bíblia, assim como os princípios da caridade (novamente da Bíblia) e os humanistas definem isso como “humanismo”. É mole? Bem, pelo que se nota eles só não são gentis com os religiosos, pois até agora não disseram uma palavra intelectualmente honesta sobre eles em todos os anúncios. Mas a coisa não muda nos próximos…

Sobre punição

Para os humanistas, Deus é mal. Qual o motivo? Por que pune. O argumento é simples assim. Eles citam Oséas 13:16: “Samaria virá a ser deserta, porque se rebelou contra o seu Deus; cairão à espada, seus filhos serão despedaçados, e as suas grávidas serão fendidas pelo meio.”. Em seguida, citam Einstein, o humanista, que disse: “Eu não posso imaginar um Deus que premia e pune os objetos de sua criação, cujos propósitos são modelados pelos seus próprios – um Deus, em resumo, que é nada mais que um reflexo da fraqueza humana”. A explicação de Einstein é bobinha. O argumento dele se baseia em dizer que “um pai que pune e premia seu filho é algo inimaginável”. Enfim, não faz realmente nenhum sentido. Isso mostra que como filósofo Einstein era um bom físico. Mas talvez possamos por esse tipo de atitude explicar parte do comportamento sociopata humanista. Como sociopatas, eles não tem senso de culpa, e tentam induzir em seus novos amigos adestrados esse sentimento de ausência de culpa. Por isso, noções como “punição” os incomoda tanto.

Sobre genocídio

Nesse e no próximo (os dois últimos) eles entregam o ouro de vez. Pregam que a religião defende o genocidio, usando novamente a técnica “A Bíblia manda cometer atrocidades”. A citação é de 1 Samuel 15:3: “Vai, pois, agora e fere a Amaleque; e destrói totalmente a tudo o que tiver, e não lhe perdoes; porém matarás desde o homem até à mulher, desde os meninos até aos de peito, desde os bois até às ovelhas, e desde os camelos até aos jumentos”. Resumindo: citando a Bíblia fora de contexto, eles defendem que a Bíblia manda matar. Estranho, pois o trecho é uma mensagem de Samuel direcionada a… Saul. De qualquer, forma, a técnica de pêndulo diz que eles tem que trazer a alternativa inversa. E ela vem na forma do discurso de Carl Coon, ex-embaixador humanista do Nepal: “Nós precisamos de autoridades que possam manter disputas inter-estaduais e inter-étnicas longe de se tornarem guerras sem restrições, sentenciando e executando medidas para punir atos de genocídio”. Só se esqueceram de avisar os historiadores franceses que estes deveriam reconhecer como genocídio o massacre de católicos na Vendéia, justamente o primeiro ato de genocídio da história contemporânea. E por que não reconheceram? Simples. Os genocidas eram os jacobinos, de orientação positivista e humanista. Ah, então está explicado. De qualquer forma, as ideologias humanistas estiveram por trás de todos os genocídios modernos, incluindo os genocídios na Rússia, China e Alemanha Nazista. E a julgar pela campanha de difamação anti-religiosa que empreendem, notamos que a sede de sangue deles não tem limites.

Sobre violência

Finalmente eles concluem o “raciocínio” deles para dizer que religião origina violência, citando o Corão 8:12: “Logo, infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”. Para variar, mais um trecho citando eventos relacionados a períodos em que o Islã estava em guerra com vários povos e eles fingem que são “diretivas” para o fiel. Na verdade, é apenas pretexto para mais propaganda humanista, e aqui finalmente eles entregam o resto do ouro ao citar a Resolução sobre Comunidade Global e Assuntos Internacionais, de 2008: “A Associação Humanista Americana, em apoio à criação de uma comunidade global, afirma o desejo de evitar o uso e distorção de credos, crenças, ideologias e visões de mundo como uma justificativa para violência ou mesmo para a ameaça de violência) na busca de um objetivo”. Mas sendo o humanismo uma crença, ideologia ou até uma visão de mundo e é utilizada para a geração de discriminação contra o religioso, essa própria afirmação deles é implodida logicamente. O discurso é exatamente o mesmo de qualquer projeto utópico com criação de bodes expiatórios. Voltando ao Corão: não há certeza se a mensagem do Corão é inerentemente perigosa. Mas com certeza todas as mensagens citadas nestes 10 anúncios com certeza são de uma periculosidade muito maior do que o Corão inteiro.

Q.E.D.

Vamos relembrar os cinco itens da mentalidade revolucionária:

  • (a) promessa de um futuro utópico, inexorável
  • (b) ausência completa de julgamento moral para os atos do grupo que defende essa idéia, pois ela é tão bela que os fins justificam os meios
  • (c) remodelação do conceito de ser humano, na busca do super-homem
  • (d) ambições globais
  • (e) sensação de ser um agente da luta por esse futuro

Ao estudarmos o nazismo e o comunismo, vemos todos os cinco componentes no comportamento deles.

Entretanto, humanistas se rebelam ao associarmos o comportamento deles à mentalidade revolucionária.Eles normalmente dizem “no humanismo não há nada disso”.

Chegou a hora de tirarmos a prova avaliando justamente os 10 anúncios da “Consider Humanism”. (Lembrando que é a maior campanha até hoje feita sobre humanismo)

Na maioria das mensagens humanistas, há o truque de prometer um “futuro belo” (mas somente se for tirada a religião do páreo), sendo o item (a) automaticamente demonstrado como parte inerente ao discurso deles.

Em relação ao item (b), ficou demonstrada a alta taxa de mentiras e fraudes cometidas contra os religiosos, mostrando a ausência completa de julgamento moral para os atos desse grupo. Assim, eles mentem mesmo, sabem que mentem, e se orgulham disso, pois tudo a priori “é justificado em nome do humanismo”.

Quanto ao item (c), vemos que eles consideram pontos bizarros, como definir um casal gay como “igual” a um casal normal e o vivenciamento de um mundo sem diferenças, de qualquer tipo. Isso, naturalmente, é de uma ingenuidade grotesca, pois eles ignoram tudo que conhecemos sobre o gregarismo.

O item (d), sobre ambições globais, ficou evidente ao final, quando confessaram que eles desejam a civilização global. Aliás, esse conceito é algo no que eles pensam dia e noite.

Por fim, naturalmente, vemos que os humanistas tentam se vender como os portadores desse “futuro belo”.

Sendo assim, o item (e) está também configurado.

Assim sendo, o conceito de mentalidade revolucionária se aplica em sua TOTALIDADE ao humanista.

Estamos, a partir de agora, justificados a considerá-los como pessoas nocivas à sociedade, merecedoras no mínimo de rejeição social.

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12 COMMENTS

  1. Luciano, isso não seria uma contradição da biblia inpirada por Deus ?

    “A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio” (1 Timóteo 2:11-12)

    Tanto os homens quanto as mulheres devem ser o sal da terra e a luz do mundo” (Mateus 5:13-16)

    Enfim, mulheres e homens são iguais diante de Deus e ambos têm maneiras importantes pelas quais devem servir a Deus” (Gálatas 3:28)

  2. Era só o que faltava.

    O neo-ateu que escreveu abaixo considera como contradição passagens que estão inclusive em livros diferentes, sobre contextos diferentes. rs.

    Será que os neo ateus sequer sabem o que é contradição?

    Enfim, não demonstrou qual é a contradição.

    Aliás, você já desmascarou a si próprio, ao dizer que a Bíblia é “inspirada por Deus”.

    A Biblia CONTÉM palavras inspiradas por Deus, mas não significa que toda palavra lá é inspirada por Deus.

    Se precisar, te ensino Diagrama de Venn para mostrar a diferença entre “X contém Y” e “X é Y”.

  3. Se observamos bem, a passagem em Timóteo está falando de algo que PAULO fazia, não um mandamento divino. Vejam que ele diz “E (EU) não permito que a mulher ensine”, em primeira pessoa. Vamos lembrar que ele foi um dos responsáveis por colocar ordem na bagunça… A ação é descritiva para o que ele achou melhor na época.

    Abs,

    Snowball

  4. Livros diferentes, meu caro.

    Acho que esses ateus vão naquela comunidadezinha do Orkut(“Contradições da Bíblia” que tem cinco estrelinhas depois do nome), copia uns trechos random e força uma contradição, lol.

  5. Vou avisando de antemão (já que agora sou considerada oficialmente nociva à sociedade) que apesar de ser ateísta, não sou favorável à militância exagerada que alguns ateus (especialmente Dawkins e seus “seguidores”) fazem questão de adotar.

    Enfim, tenho que admitir que a primeira parte do seu post me pareceu extremamente razoável, mas depois só o que consegui ver foi exatamente o mesmo raciocínio que você acusa os Humanistas de usar. Qual o sentido de descer o nível ao ponto de acusar humanistas de serem “sociopatas”? Também considero desnecessário querer comparar as motivações tanto religiosas quanto neo-ateias com regimes comunistas e nazistas. Isso não adiciona absolutamente nada ao seu argumento, e de novo, só ajuda a descer o nível.

    Não me leve a mal, Luciano, eu achei válida a sua intenção de mostrar como trechos bíblicos podem ser usados fora de contexto por ateus (que pra mim foi o ponto alto do seu post), mas em outros argumentos só consegui ver um certo desespero de sua parte (infelizmente, já que a proposta do seu blog é interessante).

  6. Anne,
    A sociopatia humanista foi demonstrada exatamente na quantidade absurda de mentiras que eles praticaram contra os religiosos.
    E demonstrei vários casos.
    Além do mais, não comprovei a “motivação” humanista com regimes comunistas e nazistas, mas sim com as IDEOLOGIAS comunistas e nazistas.
    E, nos 5 pontos de comparação, o humanismo se mostrou idêntico ao nazismo e comunismo.
    Temos que estudar a mente humanista e o comportamento dos humanistas. Assim como a religião é objeto de críticas, o humanismo também deve sê-lo.
    Não há desespero algum de minha parte, pois os fatos estão do meu lado.
    Eu mostrei as similaridades do humanismo com a mentalidade revolucionária.
    Dizer que isso é “desespero” pode apenas revelar um desespero da outra parte.
    Caso contrário, eu teria visto uma refutação, e não “conselhos”.
    Não me leve a mal, claro, mas tenho que investigar os fatos.
    Abs,
    LH

  7. Toda inscritura é DIVINAMENTE inspirada, inspirada por quem ? Por Satanas ? ou Por Deus ?

    “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiçapara que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.”II Tm 3:16
    E a biblia se contradiz aqui:

    “Mas, aos outros, digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe.” I Co 7:12

    “Ora, quanto às virgens, não tenho mandamento do Senhor; dou, porém, o meu parecer, como quem tem alcançado misericórdia do Senhor para ser fiel.” I Co 7:25

  8. Ao neo ateu que atende pela alcunha de “Deus Odeia Todos Nós”.

    Quando postar aqui, seja mais educado, pois senão o seu comentário vai para a lixeira.

    Post de neo ateu por aqui é privilégio, e não um direito.

    Posto isso, vamos desmascarar a desonestidade tua.

    Quando se diz que a Bíblia é inspirada por Deus, isso significa que o ATO de narrar eventos históricos, em que vários eventos ocorreram (INCLUSIVE o contato com Deus) é inspirado por Deus.

    Para explicar de forma mais didática a safadeza dos neo ateus.

    Quando alguém diz que a elaboração do plano de projeto foi inspirada pelo patrocinador, isso não significa que todas as expressões lá contidas tenham sido escritas pelo patrocinador. Mas sim que INCLUSIVE aquilo que o patrocinador falou esteja refletido ali, mas não unicamente. Lá no plano vão estar os riscos identificados, os reportes do projeto, o plano de comunicação e muito mais. Entendeu, ô safado?

    Assim, esse truque de dizer fingir que “Bíblia foi escrita por Deus” é um estratagema de ampliação indevida. O neo ateu exagera a inspiração bíblica, para simular uma contradição que não existe.

    Dentro de um contexto histórico, é natural que pessoas tenham narrado eventos relacionados aos costumes de uma época, e de acordo com as contingências de cada época, o que nem de longe implica em contradição, pois como o Vanilla disse tratam-se de livros diferentes da Bíblia.

    De novo, ensinando didaticamente na perspectiva do gerente de projetos.

    Em 10 de fevereiro de 2008 é lançado um plano de projeto falando para implantar um ERP. Em 25 de março de 2010 é lançado um outro plano de projeto dizendo para que o ERP seja agora implementado de forma diferente. O patrocinador é o mesmo dos dois projetos.

    Um desonesto intelectualmente diria que o plano 2 é contraditório com o primeiro, embora na verdade o plano 1 foi feito para a contingência de um momento, e o 2 para a contingêngia de outro momento.

    Quando neo ateus agem com tal desonestidade, de que forma temos que tratá-los?

    Naturalmente, merecem chute no cu e uma cuspida no olho.

  9. Luciano e demais amigos do blog, como vocês estão?

    Semanas atrás, eu citei trechos de umas matérias da IstoJáEra e do blog do Daniel Piza Na Bola de teores anti-religiosos no que concerne ao envolvimento e expressão religiosa na política. Hoje, eu encontrei mais uma pérola, agora na revista Vesga exatamente com a matéria de capa “Por Que os Bandidos Matam”, que começa na página 95 com o título “Cabeça de Assassino”. É uma matéria muito interessante deveras, mas a sua introdução é uma lástima. Vejam como a matéria assinada por Kalleo Coura é iniciada:

    ‘Não Matarás!’ O mais lembrado dos Dez Mandamentos é também o mais desrespeitado. A começar pelos próprios textos bíblicos. O Velho Testamento manda matar pelos mais absurdos motivos – amaldiçoar os pais, ser gay ou trabalhar em dias santos. Caim matou Abel porque suas oferendas pareciam agradar menos a Deus do que as do irmão mais novo. O próprio Todo-Poderoso tira a vida de homens, mulheres e até crianças por motivos que desafiam a razão – caso de crianças que são dilaceradas por ursos famintos como punição por terem feito troça da careca de um profeta. Antes que as consciências laicas se revoltem contra essas passagens bíblicas, é bom lembrar que, dentro ou fora das religiões, o ser umano mata seu semelhante desde a aurora dos tempos. Algo mais poderoso do que tudo, dentro de cada um, no entanto, condena o assassinato e abomina a impunidade daquele que tira a vida de seu semelhante. É o que revela com toda a crueza a reportagem que se segue” (VEJA edição 2191 – ano 43 – n° 46, 17 de Novembro de 2010, pág. 96)

    Ou seja: um redator dessa revista “de direita”, “liberal com viés conservador” e “anti-esquerdista” faz uso nada mais nada menos da famigerada técnica “A Bíblia manda cometer atrocidades” na matéria de capa para todas as “consciências laicas” ficarem eufóricas, além de fazer umas distorções gritantes e de flagrante estupidez de passagens bíblicas (para quem as conhece e sabe o VERDADEIRO SIGNIFICADO delas, mas quem disse que as “consciências laicas” se importam com isso?). Precisa-se dizer mais?

  10. Pois é, amigo Acauã. Ultimamente está difícil de se encontrar publicações jornalísticas que tenham um mínimo de qualidade. A Época publica quinzenalmente uma coluna de Christopher Hitchens, a IstoÉ passou a eleição inteira acusando o PSDB de usar a tática do medo em sua campanha, a respeito da Carta Capital (além de Piauí, Brasileiros e Caros Amigos) não precisamos nem falar e agora a Veja me apresenta esse viés anti-cristão cada vez mais acentuado.
    Ôh ditadurazinha de esquerda mais safada esse nosso Brasil! Pelo menos ainda nos restam sites como o “Mídia a Mais” e o “Mídia sem Máscara”, mas que o processo de desmoralização já está completo, isso está de há muito… A desestabilização também já deve estar quase completa, é só aprovarem o PNDH3 para fecharem essa fatura… Daqui a pouco aproveitam a quebra da economia estadunidense pelas mãos do Obama e desencadeiam a dupla crise+estabilização logo duma vez! Preparemo-nos, não é tão improvável que dentro em breve muitos de nós venham a levar a palma do martírio!

  11. Caros Sizenando e Acauã, reparo apenas que não é de agora que a revista Veja (melhor: Vesga, por sugestão acauânica) destila seu furor anti-religioso (particularmente anti-cristão) em suas páginas.

    Alguém poderia objetar que um dos articulistas ligados à publicação, no caso o Reinaldo Azevedo, é religioso, mas pouco se vê do Reinaldo na revista impressa, salvo uma outra eventualíssima matéria. Prevalecem, contudo, matérias como a citada pelo Acauã (lembrem, por exemplo, de uma feita pela revista saudando o ano de Darwin), distribuídas eem meio à enxurrada de verborréia contra a religião de colunistas como o babaca André Petry.

    No mais, a Veja pode ser qualificada de publicação de direita, porém direita liberal, somente, não conservadora, linha de pensamento e conduta ultra-ridicularizadas e combatidas pela revista, tanto quanto a política de esquerda.

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