Humanistas citam pastores ateus que mentem para a congregação… e acham isso justificável!

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O blog Pavablog fala de uma matéria citando que vários “pastores ateus continuam liderando igrejas nos Estados Unidos”.

Veja abaixo:

“Eu sou ateu”, diz ’Jack’, um pastor afiliado à Convenção Batista do Sul, com mais de 20 anos de ministério. ”Vivo minha vida como se Deus não existe”, diz ‘Adam’, que faz parte da equipe pastoral de uma pequena igreja em um dos estados mais religiosos dos EUA. Os dois, que pediram para terem suas identidades protegidas, são pastores que perderam a fé. Ambos construíram suas vidas e carreiras ao redor da fé, mas agora dizem sentir-se encurralados, vivendo uma mentira.

“Passei a maior parte da minha vida acreditando e buscando essa fé religiosa chamada cristianismo. Ao chegar a este ponto de minha vida, simplesmente não sinto mais que posso crer nele. Quanto mais eu lia a Bíblia, mais perguntas eu tinha. Quanto mais as coisas que ela afirma não faziam sentido para mim, mais dificuldade eu tinha.”, afirma Jack.

O pastor Jack disse que há dez anos começou a sentir sua fé se esvair. Ficou incomodado com as inconsistências no relato dos últimos dias da vida de Jesus, a improbabilidade de histórias como a “Arca de Noé” e as ideias expressas na Bíblia sobre as mulheres e seu lugar no mundo.

“Ler a Bíblia foi o que me levou a não crer mais em Deus”, conclui. Ele diz ainda que era difícil continuar trabalhando no ministério. “Comecei a olhar para isso como apenas uma atividade profissional e faço o que tem de ser feito”, disse. “Venho fazendo isso há anos.”

Adam disse que suas dúvidas iniciais sobre Deus vieram ao ler o trabalho dos chamados neoateístas – autores populares como o cientista Richard Dawkins. Ele disse que seu objetivo era fazer uma pesquisa para ajudá-lo a defender sua fé.

“Pensava que Deus fosse grande o suficiente para lidar com todas as perguntas que eu pudesse ter”, afirma. Mas não foi isso que aconteceu. ”Percebi que tudo que me ensinaram a acreditar era uma espécie de abrigo seguro. Eu nunca realmente me interessei pelo ensino secular ou por outras filosofias… Eu pensava, ‘Ó, meu Deus. Estou crendo nas coisas erradas? Será que passei toda minha vida e ministério pregando algo que não é verdade?’”, relata Adam.

Ele disse que temia pela salvação de sua alma. “No momento que sentia estar perdendo a fé, mas ainda temia por minha salvação, pedi a Deus que tirasse minha vida antes que eu perdesse totalmente a fé”, lembra Adam. O pastor agora se considera um ‘agnóstico ateísta’. “Não acho que podemos provar que Deus existe nem que ele não existe”, disse. “Vivo a minha vida como se Deus não existisse.”

Ele e Jack dizem que quando pregam aos fiéis, tentam ater-se às porções da Bíblia que ainda acreditam – as que ensinam como ser uma pessoa boa. Ambos disseram que gostariam de abandonar seu ministério, mas não têm condições.

“Quero sair da situação que estou o mais rápido possível, porque tento ser uma pessoa de integridade e caráter”, disse Adam. “Com a economia do jeito que está, minha falta de capacitação para o mercado e apenas com o diploma do seminário, fico em uma posição difícil.”

Jack disse que seu segredo o faz sentir isolado e que certamente perderia um monte de amigos se admitisse que deixou de ser cristão. Sua esposa não sabe e ele acredita que possivelmente iria perdê-la também. ”Será algo muito confuso para ela”, disse Jack. “Será muito devastador e vai levar algum tempo para trabalharmos essa questão.”

Adam disse que sua esposa sabia de sua crise de fé, mas não que ele a perdera completamente. “É uma situação muito difícil. Não consigo pensar em outra carreira que seja tão drasticamente afetada por uma mudança de opiniões ou ideias”, disse ele.

“No começo, tive medo que, se perdesse minha fé, me tornaria uma pessoa horrível“, disse Adam. “Desde que perdi a fé percebi que ela realmente não tinha influência sobre quem eu sou, meu caráter e minhas ações. Não vivo de maneira diferente do que vivia quando era um crente fervoroso.”

Vamos agora aos comentários dos leitores do Bule Voador (cada vez mais eles são ótimos macacos de laboratório de experimentos sobre comportamento social do humanista).

Alex Rodrigues diz o seguinte:

Eis um dos efeitos mais nefastos da religião na vida das pessoas. Amarrá-las tão forte que se torna extremamente difícil, em alguns casos, se afastar…

Já começou com contradição, pois se o pastor conseguiu deixar o teísmo, então ele estaria “desamarrado”, oras. Portanto, não é “efeito da religião”. Mas aguardemos, pois aqui vou estudar os efeitos do humanismo.

Marcelo Rodrigues, por sua vez, garante:

Isso deve acontecer aos montes, mas não somente com esses cujos suas vidas profissionais estão engajadas até o pescoço nas religiões. Mas isso acontece com pessoas que trabalham em diferentes funções e não pode se declarar como ateu, pois certamente terá problemas no seu trabalho.

Mas qual a evidência de que se o ateu se declarar ateu terá problemas no seu trabalho? Nenhuma.

E qual a evidência de que existem aos montões? Também nenhuma.

Por fim, surgiu um que até usou a comemoração cheerleader, dizendo que se sente vitorioso por ver ateu sendo pastor de crentes. Mas aqui já estamos no nível de comemoração de torcida, e não do diálogo social, portanto este não merece maiores comentários.

Antes de comentar a questão, tenho que desmontar um estratagema.

Certo momento um pastor diz “Ler a Bíblia foi o que me levou a não acreditar em Deus”, o que nem de longe serve como argumento, pois alguém poderia retrucar com “Ler a Bíblia foi o que me levou a acreditar em Deus”.

Então, o truque não serve.

O mais importante que quero tratar aqui é a falta de caráter dos pastores em questão, e isso NÃO FOI IDENTIFICADO pelos humanistas do Bule.

Por exemplo, eu sou conservador. Se eu tivesse que trabalhar para o diretório do PT, eu só poderia justificar-me se existisse um risco de vida iminente para fazer isso. Algo como se os petralhas apontassem uma arma em minha cabeça. Sem isso, NÃO HÁ JUSTIFICATIVA para que eu trabalhasse no diretório do PT.

Aos humanistas, entenderam?

Quem “vive numa mentira”, e não está sob a pressão de armas em seu peito, é o CULPADO do que está fazendo. E não os outros.

Os dois pastores não tem MORAL para afirmar coisas como “eu sou obrigado a viver numa mentira”.

Não, não são. Eles simplesmente não tem VERGONHA NA CARA e FORÇA para sair do seu trabalho, pois não está comprovado que vão agredi-los ou matá-los. É justamente o oposto, pois os neo ateus portam-se de forma agressiva e difamatória contra religiosos e ninguém os está agredindo fisicamente, portanto a alegação de que “se virar ateu, vai ficar perigoso para mim” é pura choradeira, não comprovada por evidências.

Um deles diz que “perderá pessoas do seu ciclo de amizade” se abandonar a religião. Mas e daí? No que isso justifica a mentira?

O mais curioso é quando ‘Jack’ diz que pensou que se perdesse a fé ele se tornaria uma “pessoa horrível”, mas viu que isso não aconteceu.

Eu não vou dizer que todo aquele que não tem religião é uma pessoa horrível, mas o ‘Jack’ com certeza é pior do que isso.

Pois, assim como ‘Adam”, ele confessou:

  • Que vive mentindo, somente por dinheiro;
  • Que não abandona sua profissão, somente por preguiça (e por que não se capacitou a outras coisas, quando poderia, pois o salário de pastor não costuma ser baixo);
  • Que vive dando falsas justificativas dos dois itens acima, somente por que não tem caráter.

O problema dos dois “pastores ateus” deve ser atribuído não à religião, mas ao humanismo, com sua moral fluida, que chega a chamar de coitadinhos pessoas que confessam viver vida de mentiras, preguiça e desonestidade intelectual.

Se uma doutrina (humanismo) estimula esse tipo de comportamento e ainda o elogia, é sinal de que boa coisa não é.

P.S.: Eu quero ampliar a investigação do comportamento humanista, e não ficar apenas focado em investigar o comportamento dos participantes do Bule Voador. Se alguém tiver sugestões de outros blogs onde humanistas postem comentários, para investigação comportamental, desde já agradeço as sugestões, que podem ser feitas nas caixas de comentários.

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14 COMMENTS

  1. Bom, pra ser mais exato, os blogs:
    ateu e atoa (um site que trabalha apenas com imagens falaciosas e retardadas – é um site de humor, então não é para refutações, apenas para ilustrar o quão dispostos estão para difamar, tirar sarro e fugir de discussões):
    http://www.ateueatoa.com/

    Deus ilusão(tb repleto de comentaristas bitolados):
    http://deusilusao.wordpress.com

    Pálido ponto azul (o nome já diz tudo):
    http://palidopontoazul.com.br/

    Outro, mais parco, e que tenta opor razão e fé; mas no fundo não percebe que a razão está contra a fé do próprio blogueiro, baseada em espantalhos dos religiosos:
    http://razaoxfe.blogspot.com

    Mais um, anunciado pelo FR por aqui, cujo conteúdo tb dispensa comentários:
    http://porradacultural.blogspot.com

    Outro que se diz humanista:
    http://mordaz.blog.terra.com.br/

    outro beem humanista:
    http://mphp.org/

    E tem também a lista intitulada de “matéria prima” (coluna a esquerda) no blog do Jairo, onde podemos observar que o velho continente tb sofre com certo tipo de demência:
    http://neoateismoportugues.blogspot.com/

    Bem, nessa minha pequena listagem há uma mistura entre humanistas e ateu de araque, mas como percebi que sua postagem tb estava etiquetada em “anti-religião” resolvi incrementar um pouco.

    Att

  2. Não entendo o motivo de tanto alarde, tanta indignação e tanta drama. Espero e acredito que a médio prazo eles venham a criar condições para “saírem do armário”, mas enquanto isso não for possível, o dilema ético pode ser amenizado se eles aprenderem a se olhar como um tipo de professores. Para executar bem esta tarefa não é necessário ser adepto das correntes doutrinárias abordadas no curso, basta dominar o conteúdo, e para isto não tenho dúvidas de que eles sejam qualificados. Eles podem inclusive se exercitar nas artes dramáticas e quem sabe daí não advenha uma nova vocação.
    Quanto ao seu fricote, suas bravatas e seu rompante de insensibilidade, deixe-me expor alguns pontos para consideração:

    1. Fica claro pelo depoimento dos pastores que o impacto na vida pessoal é um dos fatores com maior peso em suas hesitações em assumir seu agnosticismo, e é de cair o queixo sua indiferença sobre um ponto tão delicado. Se uma religião (o cristianismo) distorce seu senso moral a ponto de você autorizar, justificar e encorajar a dissolução de laços familiares, conjugais e fraternos, em nome da idolatria à verdade, é sinal de que coisa boa ela não é.

    2. Imagine uma situação bastante parecida com essa (inspirada em inúmeros casos verídicos) e me diga se sua revolta e indignação seriam as mesmas neste caso. Substitua os pastores que se tornaram agnosticos por pessoas entre 40 e 50 anos, casados, com filhos, alguns bons amigos e um pequeno círculo de conhecidos que incluem vizinhos, colegas de trabalho e, por que não, os membros da congregação religiosa a que pertencem. A esta altura da suas vidas surge uma inquietação, uma insatisfação, um sensação de absurdo que se estende a todas as areas de suas existencias. Não sei bem como essas coisas acontecem, talvez numa sessão de psicoterapia, numa conversa pela internet, numa troca de olhares num vestiário de academia ou num banheiro público ou num insight súbito mesmo estas pessoas se descobrem homossexuais. Reavaliando em retrospectiva tanto a relação conjugal atual em que se encontram quanto seus relacionamentos anteriores, eles percebem que nunca encontraram verdadeira satisfação, aquele sentimento de completude que se espera encontrar em relacionamentos deste tipo. Estas pessoas tiram a prova, chegam às vias de fato e confirmam que são e sempre foram homossexuais. Não afirmo que isso é uma coisa comum, mas todo mundo conhece pelo menos alguma história parecida com essa.
    Pois bem, considerando-se que a assunção pública de sua condição seria devastadora, implicaria o rompimento de laços afetivos e sociais, podendo-se inclusive equipara-la a uma espécie de suicídio, e causaria sofrimento não só a eles, mas a todas as pessoas mais próximas _ você ainda assim os acusaria de de falta de caratér e vergonha na cara por optarem (“verem-se obrigados” se encaixa melhor), ao menos a curto prazo, a viverem uma farsa?

    3. Falando em falta de caráter e vergonha na cara, até quando, mesmo sendo você próprio um humanista old-school, pretende manter essa fachada de bucaneiro anti-humanista? Você pensa que engana quem? Outra coisa, só trabalharia pro PT com uma arma apontada pra cabeça? Conta outra, se te apontassem a linha pontilhada de um contrato de trabalho que te pagasse o dobro do que você recebe hoje tenho certeza de que assinaria sem pensar duas vezes, e ainda se saíria com a falsa justificativa de que “só tô reembolsando o que eles me cobram em tributos mesmo”.

    Pra terminar, gostaria de enriquecer sua amostra de blogs humanistas para pesquisa comportamental com uma variedade que você ainda não tem: dá uma olhada neste aqui: http://lucianoayan.wordpress.com/ e neste aqui http://quebrandooencantodoneoateismo.wordpress.com/, onde você vai encontrar material de valor inestimavel para sua pesquisa.

  3. Dalila Teckel
    Não entendo o motivo de tanto alarde, tanta indignação e tanta drama.
    É por que você é parte do problema. Todos os humanistas buscam se amparar em “vítimas”, e sem isso a propaganda de vocês perde efeito.
    Espero e acredito que a médio prazo eles venham a criar condições para “saírem do armário”, mas enquanto isso não for possível, o dilema ético pode ser amenizado se eles aprenderem a se olhar como um tipo de professores. Para executar bem esta tarefa não é necessário ser adepto das correntes doutrinárias abordadas no curso, basta dominar o conteúdo, e para isto não tenho dúvidas de que eles sejam qualificados. Eles podem inclusive se exercitar nas artes dramáticas e quem sabe daí não advenha uma nova vocação.
    O engraçado é que os próprios pastores reconheceram “viver em uma mentira”, e que “querem sair da mentira”, portanto sua esperança não se justifica.
    O fato é que confessaram que são mentirosos e já tem condições para “sair do armário” sim. Não saem por que são vagabundos, e vou mostrar o motivo.
    Note os valores humanistas que você apóia: mentira e preguiça.
    Fica claro pelo depoimento dos pastores que o impacto na vida pessoal é um dos fatores com maior peso em suas hesitações em assumir seu agnosticismo, e é de cair o queixo sua indiferença sobre um ponto tão delicado.
    Você apenas está justificando a preguiça e a mentira, mas não muda o fato de que ainda são preguiça e mentira, e portanto não são coisas de que alguém teria que se orgulhar, mas sim de se envergonhar. Esses são os “mártires” de vocês? Hehehehe…
    Se uma religião (o cristianismo) distorce seu senso moral a ponto de você autorizar, justificar e encorajar a dissolução de laços familiares, conjugais e fraternos, em nome da idolatria à verdade, é sinal de que coisa boa ela não é.
    O bom de discutir com humanista é que sabemos que TUDO aquilo que é base dos valores deles, podemos entender como o inverso. É claro que são pessoas doentes.
    Só que eu não autorizei absolutamente nada, portanto como de costume vocês mentem.
    O fato é que alguém pode sim ficar uma vida inteira mentindo, mas NÃO MUDA O FATO de que é mentira. Em nenhum momento eu disse que alguém está proibido de mentir. O caso é quando alguém MENTE e é considerado mártir por mentir, e ainda joga a culpa nos outros.
    Se o sujeito não tem capacidade e nem fibra para “sair da mentira”, é sinal (aí sim) de que o problema está com essa pessoa. Agora entendo que vocês tem motivos para odiar o cristianismo, com certeza. Eu não digo que alguém tem que ser cristão para ter valores. Mas que nossos valores são superiores aos teus, isso é fato. Eu diria até diferente: nossos valores são opostos.
    Imagine uma situação bastante parecida com essa … bla bla bla… Pois bem, considerando-se que a assunção pública de sua condição seria devastadora, implicaria o rompimento de laços afetivos e sociais, podendo-se inclusive equipara-la a uma espécie de suicídio, e causaria sofrimento não só a eles, mas a todas as pessoas mais próximas _ você ainda assim os acusaria de de falta de caratér e vergonha na cara por optarem (“verem-se obrigados” se encaixa melhor), ao menos a curto prazo, a viverem uma farsa?
    Com certeza. São pessoas com falha de caráter e ausência de vergonha na cara, e além de tudo preguiçosos. Ficam se fazendo de vítima ao invés de entender que o problema está em seus atos, e não dos outros. Qualquer grupo minoritário (gay, ateu, etc.) pode dizer sua opção quando quiser DESDE QUE tenha uma base moral forte. Um exemplo é o Clodovil.
    O problema é que o humanismo tende a descambar para a sociopatia. Para o sociopata, viver de simulação é algo normal.
    Veja as coisas que sua ideologia defende. 🙂
    Falando em falta de caráter e vergonha na cara, até quando, mesmo sendo você próprio um humanista old-school, pretende manter essa fachada de bucaneiro anti-humanista?
    Sei que você se sente inferiorizada em relação a mim, e tem que se sentir mesmo. O que me diferencia é que tenho uma base moral forte e papinhos como esse jamais me intimidariam. Quer ver?
    Te DESAFIO aqui a demonstrar em textos meus qualquer apoio à ideologia humanista.
    É o inverso: eu sou cético quanto ao homem (pela própria característica do ser humano, e pelas evidências, principalmente de quando se dá poder totalitário ao homem, e sempre deu errado).
    Absolutamente todas (todas mesmo) proposições humanistas não duram segundos sob um questionamento cético.
    Ter a base moral para te DESAFIAR quando você vem duelar, com a segurança para fazer isso, é o que mostra a força do meu caráter. Quer comparar o meu caráter com o teu?
    Você pensa que engana quem? Outra coisa, só trabalharia pro PT com uma barma apontada pra cabeça? Conta outra, se te apontassem a linha pontilhada de um contrato de trabalho que te pagasse o dobro do que você recebe hoje tenho certeza de que assinaria sem pensar duas vezes, e ainda se saíria com a falsa justificativa de que “só tô reembolsando o que eles me cobram em tributos mesmo”.
    Vamos supor em um mundo imaginário (Neverland) em um universo paralelo, que eu realmente trabalhasse para o PT, coisa que duvido.
    Nesse caso, eu teria VERGONHA de tudo que fiz e não sairia contando minha história fazendo draminhas, igual os pastores ateus fizeram. Eles tentaram ser mártires dos ateus. Só se os valores que eles pregam são mentira e preguiça rs.
    P.S.: Por fim, você ter chamado meu blog e do Snowball de “blogs humanistas” é sinal de que você perdeu o senso da realidade. Mais uma característica humanista: psicose.

  4. Não vou prolongar esta discussão ad infinitum, só quero salientar um ponto que você insiste em não compreender e retrucar seu desafio de expor elementos humanistas em seus textos.

    Em nenhum momento a reportagem sugere que os pastores pretendem passar o resto de suas vidas fingindo ser algo que não são e se escorando em justificativas financeiras; em nenhum momento eles demonstram orgulho por estar vivendo um dilema ou uma situação martirizante; antes deixa claro o sofrimento psicológico imposto pela dificuldade (não incapacidade ou impossibilidade) de abandonar uma situação que viola suas integridades moral e intelectual, e sua disposição em fazê-lo tão logo as condições sejam propícias. Sua dificuldade em lidar com isso deve ser atribuída à sua religião (Cristianismo) que, com sua moral monolítica, absolutista, é incapaz de abarcar e ser aplicada aos dilemas nuançados da vida real.

    Sobre a exposição do humanismo que permeia seus textos e sua visão de mundo em geral, eu já o fiz num longo comentário que você se recusou a publicar lá no post “Desmascarando a mais influente das religiões atuais”. Em todo caso, se a crença na primazia dos valores morais revelada nestas frases aqui

    “Qualquer grupo minoritário (gay, ateu, etc.) pode dizer sua opção quando quiser DESDE QUE tenha uma base moral forte. Um exemplo é o Clodovil.”

    “O fato é que alguém pode sim ficar uma vida inteira mentindo, mas NÃO MUDA O FATO de que é mentira. Em nenhum momento eu disse que alguém está proibido de mentir. O caso é quando alguém MENTE e é considerado mártir por mentir, e ainda joga a culpa nos outros.”

    não é um sintoma clássico de humanismo, eu não sei o que mais é.
    E, sim, você os está proibindo de mentir (melhor seria dizer, de se omitirem de contar a verdade), de contarem uma mentirinha relativamente inocente (se descontarmos a angústia dos próprios pastores), porque acredita que mentir é errado, valores morais são absolutos e não admitem hierarquização, e devemos fazer cumprir os imperativos morais sempre.

    Vou submeter novamente o longo comentário lá no post “desmascarando a mais influente das religiões atuais” e vamos ver se você realmente possui o caratér nobre que tanto alardeia e lhe apresenta uma réplica convincente.

  5. Dalila Teckel
    só quero salientar um ponto que você insiste em não compreender e retrucar seu desafio de expor elementos humanistas em seus textos.
    Tentou retrucar e se deu mal. Não sei se você sabe, para entender o cerne do humanismo, é preciso entender a ORIGEM do mesmo. E não ler só um ou dois livros. Ai fica fácil para mim.
    Em nenhum momento a reportagem sugere que os pastores pretendem passar o resto de suas vidas fingindo ser algo que não são e se escorando em justificativas financeiras
    Um ato indecente não é julgado como indecente apenas se for praticado pelo resto da vida rs…
    em nenhum momento eles demonstram orgulho por estar vivendo um dilema ou uma situação martirizante
    O problema é que os humanistas citaram esses pastores como mártires. Rs.
    Esses pastores lembram a Dilma, que se orgulha de mentir:
    http://www.youtube.com/watch?v=ncHKWE9cjfI
    antes deixa claro o sofrimento psicológico imposto pela dificuldade (não incapacidade ou impossibilidade) de abandonar uma situação que viola suas integridades moral e intelectual, e sua disposição em fazê-lo tão logo as condições sejam propícias.
    Ué, mas a dificuldade alegada origina do que senão a incapacidade e a falta de vontade?
    Além do mais, isso de “fazê-lo tão logo as condições sejam propícias” não está provado. Desse jeito fica igual o gordo que diz que irá emagrecer “quando as condições sejam propícias”.
    O melhor é falar o português claro: NÃO TEM VONTADE SUFICIENTE.
    Outra palavra: PREGUIÇA.
    Sua dificuldade em lidar com isso deve ser atribuída à sua religião (Cristianismo) que, com sua moral monolítica, absolutista, é incapaz de abarcar e ser aplicada aos dilemas nuançados da vida real.
    Como é? Os sujeitos viram ateus, e a culpa da PREGUIÇA deles é do cristianismo? Hahahahaha
    Eu falei: esses são iguais esquerdistas. Até a culpa da preguiça da turma deles é culpa dos oponentes.
    Sobre a exposição do humanismo que permeia seus textos e sua visão de mundo em geral, eu já o fiz num longo comentário que você se recusou a publicar lá no post “Desmascarando a mais influente das religiões atuais”. Em todo caso, se a crença na primazia dos valores morais revelada nestas frases aqui
    “Qualquer grupo minoritário (gay, ateu, etc.) pode dizer sua opção quando quiser DESDE QUE tenha uma base moral forte. Um exemplo é o Clodovil.”
    “O fato é que alguém pode sim ficar uma vida inteira mentindo, mas NÃO MUDA O FATO de que é mentira. Em nenhum momento eu disse que alguém está proibido de mentir. O caso é quando alguém MENTE e é considerado mártir por mentir, e ainda joga a culpa nos outros.”
    não é um sintoma clássico de humanismo, eu não sei o que mais é.

    Não tem absolutamente nada a ver com o humanismo. A crença nos valores morais é originada da filosofia grega e também do cristianismo. E não do humanismo.
    E não teve post que eu me recusei a publicar. Eu publiquei seu post e refutei. Como te refutei aqui.
    E, sim, você os está proibindo de mentir (melhor seria dizer, de se omitirem de contar a verdade), de contarem uma mentirinha relativamente inocente (se descontarmos a angústia dos próprios pastores), porque acredita que mentir é errado, valores morais são absolutos e não admitem hierarquização, e devemos fazer cumprir os imperativos morais sempre.
    Como sempre você está errada. Não há proibição nenhuma de alguém mentir. Mas o fato é que se alguém MENTIU, por causa de PREGUIÇA, e ainda TENTANDO SE FAZER DE COITADINHO, temos que apontar os fatos.
    Ou será que tua versão do humanismo é um humanismo com medo dos fatos?
    Vou submeter novamente o longo comentário lá no post “desmascarando a mais influente das religiões atuais” e vamos ver se você realmente possui o caratér nobre que tanto alardeia e lhe apresenta uma réplica convincente.
    Nada ficou sem réplica lá no post. 🙂

  6. Olá Luciano!

    P.S.: Eu quero ampliar a investigação do comportamento humanista, e não ficar apenas focado em investigar o comportamento dos participantes do Bule Voador. Se alguém tiver sugestões de outros blogs onde humanistas postem comentários, para investigação comportamental, desde já agradeço as sugestões, que podem ser feitas nas caixas de comentários.

    Eu sei que talvez seja um pouco tarde para essa minha resposta, mas em todo o caos eu tenho uma sugestão: http://debunkingchristianity.blogspot.com

    O comportamento do pessoal lá é ver para crer :D, aqui vai um exemplo.

    Abraços,
    Tiago

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