Sugestão de novo tratamento psicológico para gays: “cura” da sensibilidade artificial histérica

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Hoje em dia, vejo gayzistas tendo chiliques a granel quando ouvem falar de projetos para tentar regulamentar a “cura gay”.

Na verdade, a tal “cura gay” é apenas um procedimento terapêutico (que pode usar PNL, religião e até hipnose, dependendo de quem é o terapeuta) para mudança comportamental.

Terapeutas podem utilizar esse e outros recursos psicológicos para mudar quaisquer comportamentos, como o hábito de fumar, o medo de baratas, a bebedeira, a pedofilia, a zoofilia, a coprofagia e o homossexualismo.

Eu também sou cético em relação aos últimos itens relacionados a sexualidade, mas tecnicamente é possível mudar QUALQUER comportamento, portanto a questão sobre a viabilidade científica do tratamento psicológico para “converter” um gay em heterossexual não pode ser descartada.

Como não é uma cirurgia e nem envolve o uso de medicamentos, é lícito que tratamentos sejam realizados, desde que os pacientes se sintam satisfeitos.

Por exemplo, um amigo meu, psicólogo, sugere um tipo de tratamento para a paixonite, que é a fixação por uma mulher que não lhe dá chances (mesmo que tenha ocorrido alguma relação com ela no passado). É a fixação por algo que lhe é negado.

A dica dele é que se você estiver nessa situação, procure transar com no mínimo 12 (não sei de onde ele tirou o número) mulheres bonitas no mais curto espaço de tempo possível, preferencialmente de 3 a 4 meses. Ele garante que a paixonite acaba e você estará livre para novas mulheres. E sem bloqueios.

Esse tratamento é “científico”? Acho que não, mas se o cliente fica feliz com o resultado, e não está prejudicando ninguém, que mal tem?

Por tudo isso, a fúria dos gayzistas em relação aos tratamentos para “conversão” de gays em heterossexuais é injustificável. E se quiserem fazer um tratamento para “conversão” de heterossexuais em gays, isso não me incomodará nem um pouco.

Aliás, os gays deveriam ficar até satisfeitos. A cada homem que resolve virar gay, sobra mais uma mulher para mim. A cada gay que resolve virar heterossexual, sobra mais homens para ele. Ele devia comemorar, e não começar com choradeira.

Não vejo o homossexualismo como uma doença, mas como um “defeito” em um produto em uma linha de montagem. Idealmente, os meninos tem que ser atraídos por meninas, e as meninas atraídas pelos meninos. Mas surgiu um que não se sente tão atraído por meninas, e uma menina que não se sente tão atraída por meninos. Eu não sou como vários homocéticos, que duvidam que a homossexualidade tenha causas naturais. Por estudar psicologia evolutiva, eu acredito que o homossexualismo pode ser de nascença.

Então, fechamos meu primeiro ponto: eu não acho que homossexualismo é uma doença, mas um “defeito” na linha de montagem. Mas acho que como o homossexualismo é baseado em comportamentos, e como todo comportamento pode ser mudado (criando-se novos hábitos), qualquer tratamento que gere felicidade a quem procurá-lo é lícito, desde que ele não prejudique diretamente aos outros.

Só que isso nos leva a um outro problema, e aí sim temos uma doença: a sensibilidade artificial histérica.

Além de ser uma estratégia da esquerda, pode ser entendido também como um distúrbio mental.

Vamos a alguns exemplos.

Imagine que seu irmão goste de jogar videogame e você diga que não gosta. A partir daí ele ameaça se matar, e diz que está “sofrendo de forma horrível” por se “sentir rejeitado” pelo irmão não gostar de jogar o God of War III.

Minha namorada gosta de comer lasanha de beterraba, eu odeio. E na última vez em que fomos a um restaurante eu disse: “não, sem chance, mas você pode pedir…”. Ela não chorou. Se tivesse feito um ataque, isso seria um problema.

Isso também se aplica a quando um gay resolve fazer um tratamento para tentar deixar de dar o rabo. Outros gays, movidos por esse distúrbio, podem dizer que “estão sofrendo psicologicamente” enquanto outros gays procuram tratamento para conversão.

Nos 3 últimos parágrafos, eu dei exemplos do que seria a sensibilidade artificial histérica: entrar em desespero por que o irmão não quer jogar God of War III, querer se matar por que o namorado não quer comer lasanha com beterraba, e entrar em depressão absoluta por que gays resolveram tentar se converter em héteros são exemplos de uma doença. Essa sensibilidade à flor da pele e exageradíssima, de forma totalmente artificial, não é normal.

E para a sensibilidade artificial histérica aí sim deveria ser feito um tratamento, pois isso com certeza limita a capacidade de alguém viver em sociedade.

Quando Jean Wyllys se mostra totalmente contra o deputado João Campos por este tentar aprovar o direito à prática da “cura gay”, vemos que ele está protegendo pessoas doentes, que são aqueles gays “horrorizados” com a luta pelo estabelecimento de uma prática que vai ajudar aos poucos gays que resolvem deixar de sê-lo. E não causará mal algum a quem quiser continuar a dar o fiofó.

Não, nessa questão não são os gays os doentes. São aqueles que possuem sensibilidade artificial histérica. Sejam eles gays ou não.

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11 COMMENTS

  1. “Eu não sou como vários homocéticos, que duvidam que a homossexualidade tenha causas naturais. Por estudar psicologia evolutiva, eu acredito que o homossexualismo pode ser de nascença.”

    Olá, Luciano.

    Gostaria de que elucidasse tal ponto.

    Afinal, penso eu, se a homossexualidade fosse genética, o processo evolutivo já teria tratado de erradicá-la há muito tempo, estou errado? Ou o que disseste não é uma alusão à genética, mas a processos outros ocorridos ainda no útero?

  2. “Esse tratamento é “científico”? Acho que não, mas se o cliente fica feliz com o resultado, e não está prejudicando ninguém, que mal tem?”
    O mal é que,quando se trata de psicologia, se não há estudos que garantam que uma ou outra intervenção são eficazes, como proceder?

    Muitos casos de falha ética acontecem por isso. Por exemplo, um psicólogo não pode receitar florais, principalmente por eles não terem eficácia comprovada. Se um psicólogo receita e alguém fica bem,ótimo isso, não?Mas o código de ética serve justamente para garantir que a terapia seja o mais eficaz possível. Então não dá p/ ficar utilizando certas práticas ENQUANTO PSICÓLOGO, justamente p/ que ninguém saia aplicando coisa pq pensa que vai dar certo e sim pq há alguma comprovação de eficácia.
    Até pq tem isso. Um psicólogo pode também ter feito algum curso de florais, mas isso não tem embasamento científico, ele pode receitar? Pode, desde que ele aja como alguém terapeuta que utilize florais (é assim que fala?) e não como psicólogo.
    Outro exemplo, existem psiquiatras psicanalistas. Entretanto, da psiquiatria, o que ele pode usar é a possibilidade de realizar atendimentos. Mas, por mais que ele seja formado em medicina, ele não pode receitar um remédio sequer enquanto psicanalista.

    Portanto, podem existir terapeutas que afirmam fazer reversão,mas,quando se trata de Psicologia, não há pesquisas para embasar tal prática.

  3. Ah, desculpe, esqueci de falar. Para um comportamento (levando em consideração conceitos de análise do comportamento) ser mudado é preciso saber do máximo de variáveis envolvidas na emissão daquele comportamento. Quais os reforçadores, se há componente fisiológico (nato ou adquirido), qual o papel do ambiente, se há algo relacionado ao desenvolvimento… Quais são as variáveis envolvidas na homossexualidade? Não se sabe. Se não há como, no momento, definir todas as variáveis envolvidas, como isso permite que o comportamento seja mudado por um psicólogo?

  4. A maioria dos gays pode parar de fazer sexo com homens quando quiser,porem realmente existem casos de gays que não conseguem parar de fazer sexo ou que ficam com depressão ou ansiedade ao deixar de pratica-lo,esses gays sofrem de algum tipo de vicio que também afeta heterossexuais: http://estilo.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2012/01/11/viciado-em-sexo-descreve-processo-dificil-em-busca-de-cura.htm

    Tratamentos que revertam essa situação são permitidos é algo diferente da ”cura” gay que promete fazer com que gays deixem de sentir atracão por homens e passem a sentir atracão por mulheres.

  5. ”Afinal, penso eu, se a homossexualidade fosse genética, o processo evolutivo já teria tratado de erradicá-la há muito tempo, estou errado?”

    Errado,existem muitas mutações e doencas genéticas que fazem os indivíduos ficarem inférteis e mesmo assim continuam a se propagar como a síndrome de Turner isso porque se um individuo tem um gene não necessariamente ira desenvolve-lo isso é o básico de genética.

  6. um gay pode deixar de fazer sexo com homens a hora que quiser claro que exitem casos de gays que não conseguem deixar de fazer sexo homossexual ou que ficam em depressão ou ansiedade quando deixam de pratica-lo esses gays sofrem um tipo de vicio que também atinge heterossexuais:http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI124234-17770,00-ENTENDA+O+VICIO+SEXUAL+DE+TIGER+WOODS.html

    tratamentos para reverter esse situação são permitidos mas é diferente da cura gay que promete fazer com que um gay deixe de sentir prazer em transar com homens e passem a sentir prazer em transar com mulheres.

    • Cotrim,

      Isso depende. Acho que a situação é pior para as lésbicas do que para os gays. Veja só. O que torna um cara um gay masculino? Vontade de dar o c*? Ou só de comer o rabo? Se for assim, dá para resolver, pois a mulher tem 2 buracos, ao invés de 1 só. A diferença é que a mulher não poderia comer o c* dele por que não tem uma piroca. Aí ele teria que “desligar” esse desejo aí… mas em relação a atração, o corpo da mulher é mais delicado que o do homem. Quanto a lésbicas, aí a coisa pode ser mais difícil, pois a mulher pode não querer nada entrando nela. Mas muitas lésbicas usam strap-ons, e portanto teriam um penis de carne ao invés de um de borracha. Veja, não estou OBRIGANDO os gays a fazerem isso, apenas mostrando que não há impeditivo em um gay que está com hábito de transar com homens (e é só isso, um hábito), passe a ter o hábito de transar com mulheres.

      Abs,

      LH

  7. Olá Luciano!

    Cara, eu sei que você não acredita muito em “debate dialético”, até por causa do risco atual de totalitarismo do pensamento esquerdista. Não pretendo defender aqui nenhuma ideologia pró-gays (tampouco anti-gays), nem entrar em um embate em prol da ideologia humanista ou de qualquer outra. Como você sabe, eu sou um simpatizante de grande parte das ideias da esquerda, mas não me sinto nem um pouco confortável imaginando uma sociedade global homogeneizada por um pensamento único e imposto verticalmente, seja lá qual for. Isso posto, além de que, como você também sabe, tem o meu respeito, queria tentar esclarecer o seguinte:

    Pode o homossexualismo (ou a homossexualidade, como queira) ser considerada apenas uma questão de “comportamento”? Até porque, até onde sabemos (ou pensamos que sabemos), a grande maioria dos homossexuais simplesmente não é capaz de sentir desejo, atração física pelo sexo oposto; não se vêem realizados sexual, afetiva e “humanamente”, não podem se sentir “felizes” amorosamente sem que seja com alguém do mesmo sexo. Da mesma forma, a maioria dos heterossexuais não têm como passar a gostar de pessoas do mesmo sexo, simplesmente não são capazes de sentir desejo pelo mesmo sexo. Do contrário, é por definição um “bissexual”.

    Não consigo pensar como um gay, e isso é mais um motivo para acreditar fortemente que um gay, gay MESMO não terá condição de pensar como um hétero. Não será, então, algo além, e anterior, e acima do comportamento? Porque se for, é algo inato do qual não se pode fugir. Um gay pode decidir e até conseguir mudar seu comportamento, ou seja, deixar de se relacionar sexual e afetivamente com pessoas do mesmo sexo, mas muito provavelmente não passará a se interessar por mulheres. E mesmo que consiga, sei lá, uma ereção e uma transa convencional, muito provavelmente não se sentirá realizado integralmente no campo afetivo. Ou então se tornará um celibatário, religioso ou não, podendo encontrar tranquilidade e realização nisso ou não. Ao menos terá se livrado do “pecado”, da culpa e do medo da condenação referente a isso…

    E nesse caso, então, postular uma “cura” que signifique uma “mudança de comportamento”, ainda mais com motivações religiosas-tradicionais (que muitas vezes PODEM ser baseadas em culpa, medos, castigos, espera por recompensas, ou pressões do tipo “você não consegue porque não tem fé”), pode muito bem não ser eficaz, ou não ser eficaz por muito tempo. E mesmo que no nível comportamental pareça eficaz, muito possivelmente teremos pessoas internamente infelizes ou incompletas… Talvez aí exista algum motivo para dar razão àqueles que dizem que “não existe cura pra homossexualidade”, ou “é humanamente errado e condenável propor ou defender uma cura pra homossexualidade”, independente da motivação ser religiosa ou não. Não faz algum sentido?

    Abraço

  8. só pra deixar claro eu não estou dizendo que um gay ou lésbica não possa transar com o sexo oposto,agora se ira sentir o mesmo prazer em transar com alguém do mesmo sexo são outros quinhentos.

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