O marxismo cultural e as situações de vergonha alheia: “homens” mijando sentado por exigência das feministas

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Segundo o blog Depantsing Queens, a moda feminista agora é MANDAR os homens mijarem sentados em alguns países onde… ser homem saiu de moda.

Essa é a nova mania em alguns países como Suécia, Alemanha e Austrália.

A alegação inicial seria por questões de higiene, mas Jasper Gerard, escrevendo para a revista inglesa The Spectator, disse o seguinte: “…mais crucialmente porque um homem urinando em pé é considerado um triunfo da sua masculinidade, e por extensão, isso termina degradando as mulheres.” Um argumento é que se as mulheres não podem fazer, os homens também não devem. Outro fator é que se aliviar em pé é uma “amostra de macheza horrenda”, sugestiva da violência masculina.”

Um grupo feminista na Universidade de Estocolmo está fazendo uma campanha para banir todos os urinóis do campus, e uma escola elementar da Suécia já os removeu. Algumas mulheres suecas estão pressionando seus homens a se sentarem.

Yola, uma psiquiatra trainee de 25 anos, diz que larga os namorados que insistem em ficarem em pé ao mijar. “O que mais eu posso fazer?”, disse seu novo namorado, Ingvar, que senta. Quer dizer, mijar sentado só para segurar mulher é uma das situações mais humilhantes em que alguém poderia estar. Ei, esperem, mas aquilo é a Suécia, um país em alto estágio de inversão de valores, por causa da estratégia gramsciana. Por isso, eles nem percebem a situação ridícula em que estão. Resta a nós, que ainda não chegamos neste estágio, rir deles.

A feminista do blog ainda afirma outra razão para banir os urinóis. Segundo ela, os urinóis significam um desperdício sexista de espaço e dinheiro. Afirma ela que os arquitetos de banheiro dão lugares extras para os homens, permitindo que eles urinem de pé. Por isso, os homens entram e saem perdendo menos tempo.

Ela se preocupa com o suposto fato de que alguns empregados acham que isso ajuda a produtividade e como resultado as mulheres ganham cruéis comentários com “Por que você demorou tanto?”. Ela afirma que por este fator muitas mulheres ficam tímidas em usar o banheiro e terminam tendo mais chance de ter “acidentes” humilhantes.

Para ela, a única razão pela qual as mulheres demoram mais que os homens é por que elas tem que tirar mais roupa (levantar a saia ou abaixar a calça, tirar a calcinha, etc.) e também sentar. Os homens apenas vão em direção ao urinol, abrem o zíper e urinam.

Alguns poderiam questionar: de que adiantaria tirar os urinóis e substituí-los por vasos sanitários se, na privacidade, o homem ainda poderia continuar urinando de pé? A solução dela é cômica: fazer com que os tetos dos banheiros fossem tão baixos que forçassem os homens a se sentarem.

A sugestões delirantes da blogueira continuam, ao sugerir que sensores de umidade poderiam ser colocados próximos ao chão de ladrilhos, soando um alarme sonoro caso alguém não sente. (Se bem que, em um banheiro frequentado por homens, quando o alarme não soar significaria que o sujeito “sentou”, o que de fato seria constrangedor)

Ela sugere que nas escolas os professores poderiam fazer com que algumas meninas da classe sejam monitoras de banheiro masculino, observando se os sapatos dos rapazes são vistos no sentido impróprio.

Feministas pensam em tudo, e ela diz que não existiriam problemas de privacidade, pois sem urinóis, os toaletes com portas fechadas permitiriam o livre acesso de mulheres ao local. Ela sugere que os que quebrarem as “regras” sejam advertidos. Em reincidência, que sejam forçados a limpar o banheiro ou até terem acesso proibido ao local.

Ela garante que isso trará mais justiça na interação entre homens e mulheres, lembrando que hoje em dia as mulheres ficam mais tempo na fila do banheiro em concertos, jogos de futebol e parques de diversão. Portanto, perdem mais dos eventos do que os homens, mesmo tendo pago o mesmo preço pelo ingresso.

Como se nota, é interpretação delirante da realidade em um estágio irreversível. Não há mais o que se fazer com essa blogueira feminista a não ser lançá-la ao ridículo.

Ou, se o fato das mulheres não mijarem em pé a incomoda tanto, por que gastar tanto dinheiro reformando TODOS os banheiros? O “capitalismo” que os esquerdistas tanto odeiam já solucionou o problema, lançando no mercado o WomanFree, que permite que as mulheres façam xixi de pé.

Claro que as feministas vão odiar, pois são elas se adaptando para serem iguais aos homens neste aspecto, e não os homens se adaptando a elas. Ora, mas os homens não estão reclamando ao mijarem de pé. São as feministas (e não todas as mulheres, diga-se) que estão reclamando dos homens NÃO MIJAREM SENTADOS.

Além do mais, banheiros públicos trazem o risco de contaminação por bactérias, por isso, se o problema é a “não igualdade”, melhor as mulheres comprarem o WomenFree ao invés de forçarem os homens a mijarem sentados. Só que há um detalhe: é possível que as mulheres usem protetores descartáveis de assentos sanitários. Ih, danou-se a “igualdade” aí…

Mas é claro que esse não é um assunto a ser tratado a sério, pois a demanda em si é ridícula. E mais ridículos ainda são os homens suecos que aceitaram se submeter a esse papelão.

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15 COMMENTS

  1. Não achei online, mas já vi um médico em um programa de TV dizendo que urinar sentada deixa um resíduo na bexiga e que isso não é bom para a mulher. Acho que cada corpo deve ficar com suas complicações.
    E se elas querem tanto a igualdade, voltemos à natureza, nus, sem roupas, sem banheiros. Duvido que uma mulher das cavernas grávida independesse do homem para certas coisas. E um animal que menstrua seria caçado facilmente por certos predadores. O filhote humano é o mais fraco na antureza, nasce incapaz. É difícil ser humano para todos, mas numa vida natural o feminismo delas iria por água abaixo.

  2. Mas tem homem que ao mijar em pé mira em tudo q lugar, menos dentro da porcaria do vaso. Neste aspecto eu dou razão aos e às que querem que os homens mijem sentados. O emporcalhamento tende a ser menor! (Mulherada, por favor, confirmem ou desmintam a info!)

    • Só que o argumento não é por questões higienicas, mas ideológicas. Ademais, existe o argumento da higiene para o homem mijar sentado (alguns caras errarem o alvo), como o argumento da higiene para a mulher mijar de pé (germes na borda do vaso, pois outros sentam lá).

      E no urinol, é bem difícil errar o alvo…

  3. wow

    Feminismo deveria ser somente direitos iguais p/ ambos os sexos: votar, escolher trabalhar ou cuidar dos filhos, não ser inferiorizado por causa do sexo… coisas desse tipo. Nessas horas eu me pergunto: o problema é comigo ou com os outros? pq eu me considero antissexista entretanto nunca pensaria em defender/lutar/militar por nenhuma dessas ideias malucas.

    Direitos iguais não significa fazer homens e mulheres virarem andróginos fazendo as mesmas coisas, se comportando da mesma forma, até pq isso é impossível!

    Acho que esse tipo de coisa citada no texto é o que acontece quando algo sobe à cabeça: passa a ver humilhação, desprezo, discriminação em TODO lugar. Ou seja, parte p/ o exagero. Tipo aquele povo do politicamente correto que adora ficar vigiando as falas dos outros p/ falar que na origem de tal palavra tem um tipo de preconceito (mesmo que este não seja o sentido que está sendo usado).

  4. Ahuhauhuahuahuahuahuahu

    Daqui a pouco as feministas também vão querer o direito de ejacular e engravidar outras mulheres. Ou homens. Somos todos iguais, não?

  5. Eu aceitaria ter que fazer pipi sentado desde que essas valquírias gramscianas fossem obrigadas a fazer cocô de pé (elas, não o tolete)… =D

  6. E pensar que a Suécia um dia foi um país cristão… A inversão de valores nesses países pós-modernos chegou ao estágio da loucura. Essa blogueira quando se tornar psiquiatra, ao invés de tentar curar problemas mentais de seus pacientes, vai agravar ainda mais a situação deles.

  7. O qualificação “homem” sueco perdeu todo o sentido. Com grupos como as feministas e os maometanos não se dão “conessões” visto que estas são vistas como sinal de fraqueza.

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