Ih, nojento, tchan! É o show de horror do feminismo sueco

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Fonte: Marxismo Cultural

Na última quinta (15), os habitantes da cidade de Malmö, na Suécia, voltaram para casa com uma história cabeluda para contar aos filhos.

Um grupo formado por cerca de 40 feministas vestiu as suas t-shirts e camisas sem mangas e foi para a principal praça da cidade protestar contra as piadas a que as mulheres de sovaco cabeludo têm sido vítimas através da internet.

Atenção: elas não foram protestar pelo elevado número de mulheres que se vê forçada a criar os filhos sozinha por ter sido convencida pela elite feminista que o marido não prestava, e nem foram protestar pelo facto do aborto matar proporcionalmente mais mulheres do que homens.

Nada disso.

Elas foram protestar por coisas que realmente são importantes para as mulheres: pêlos nas axilas.

Em uma passeata organizada pela Malmös Feministiska Nätverk – grupo feminista da cidade – as feministas gritaram slogans e disseram que não vão mais aturar nenhum preconceito – muito pelo contrário.

O movimento foi motivado por um programa de TV que, durante uma matéria sobre um festival de música, deu uma ênfase exagerada às axilas das mulheres suecas.

Anni Iris, uma das protestantes, afirmou:

Queremos mostrar a nossa posição ao lado de todas as mulheres que se sentiram ofendidas. Este protesto diz respeito aos papéis que são estipulados a cada género e é a favor de deixar as pessoas serem da forma que elas bem quiserem.

Meus comentários

Bom, pelo que se vê nas fotos, nem se elas se depilassem seriam aceitáveis. É uma mais mocréia do que a outra. Com as axilas peludas, então, a manifestação virou o definitivo show do macabro. Tenha medo, tenha muito medo dessas suecas feministas.

Como será que a intimidação vai funcionar? Deixem-me imaginar: uma dessas monstrengas é rejeitada por algum homem e sai dizendo “é preconceito por causa das minhas axilas cabeludas”. E depois o coitado vai ter que comê-la à força.

Estava em um debate com um marxista, dia desses, e ele dizia que gostaria de mudar para a Suécia. Eu disse que não tinha o mínimo interesse, pois preferia um país com menos impostos e menor custo de vida ao mesmo tempo. Algum lugar como Estados Unidos, Austrália ou Nova Zelândia por exemplo.

E ainda não serei obrigado a ter que mijar sentado e nem aguentar feministas de axilas peludas nos assombrando por aí.


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