A Arte da Guerra Política – VII – Democratas e Republicanos

Os Republicanos não são um partido paralelo aos Democratas ou separados apenas por diferentes visões de certas questões. Durante as eleições presidenciais os dois partidos geralmente convergem ao centro, sugerindo aos ideólogos e observadores casuais que são todos farinha do mesmo saco. Mas isto é apenas uma ilusão sazonal. A realidade é que os Democratas e Republicanos diferem não apenas a respeito de princípios e propostas políticas; eles possuem origens políticas diferentes.

Os Democratas chegam à política partidária a partir de organizações socialistas, sindicatos e uma série e cruzadas sociais (aborto, queixas raciais e preocupações ambientais). Eles estão prontos para o combate mesmo antes de adentrarem às suas carreiras políticas. Os Republicanos treinam em tropas de Escoteiros e se graduam em câmaras de comércio e clubes rotary. Exceto pelos missionários pró-vida na coalisão conservadora, os Republicanos são inocentes em um país estrangeiro quando nos referimos à guerra política [1].

Democratas e Republicanos também possuem diferentes razões para entrar na política. Os Republicanos querem gerenciar instituições; os Democratas querem transformá-las. Os Republicanos vão a Washington com a idéia de corrigir o governo; Democratas estão em uma missão para corrigir o mundo. Por causa de sua inspiração, a agenda Republicana é largamente negativa. Os Republicanos querem encolher o governo, reduzir sua base de impostos, e cortar regulações. Quando eles tentam estabelecer uma agenda mais radical (como eliminação da televisão pública e o Departamento de Educação), são ignorados pelos seus eleitores moderados, e então perdem. Mesmo quando Republicanos tentam aumentar o gasto em um programa governamental como o militar, há um motivo negativo atrás de suas ações – eles querem terminar com uma ameaça, não iniciar algo novo.

Democratas são missionários. Eles querem transformar o mundo “em um lugar melhor” (mas sem tirar o governo das costas do povo). Mesmo suas negativas surgem a partir de uma ambição positiva: criar uma nova marca de seres humanos, salvar os seres humanos deles próprios. Eles se auto-entitulam redentores sociais e governamentais. Se os americanos tem maus pensamentos, os Democratas querem usar o poder político para reeducar os cidadãos em seminários de diversidade e sessões de treinamento de sensibilidade para tornar seus pensamentos bons. Se os americanos tem maus hábitos, os Democratas querem que o governo os puna até que eles mudem. Eles querem utilizar o poder do sistema de impostos para fazer os americanos pararem de fumar ou pararem de usar carros movidos a gás. Além de tudo, eles querem que os americanos parem de gastar seu dinheiro com si mesmos e suas famílias, e ao invés disso o entreguem para outros que os Democratas acham serem mais dignos. Por contraste, a atitude conservadora considera que ao tentar mudar o mundo a esquerda pode (e na verdade consegue) tornar as coisas piores. [2]

Sendo que as metas (salvar – ou ao menos melhorar bastante – o mundo) são tão altas para os Democratas, há um grande significado para eles caso percam eleições. Por outro lado, com a ameaça do comunismo eliminada em um mundo pós-Guerra Fria, os Republicanos normalmente se comportam como se não se importassem nem um pouco [3]. Se os candidatos Republicanos não vencem, eles podem sempre retornar aos negócios e apreciar a vida. Os Republicanos não se importam muito a respeito de política pois suas metas são normalmente modestas. O setor privado ainda é uma arena enorme, de grandes oportunidades. Corrigir o governo não é um grande negócio.

Um modelo de ativista Democrata nos é apresentado pela vida e morte trágica de Helen Bernstein, que certa vez liderou o sindicato dos professores e apoiou um candidato a um cargo político em Los Angeles. Ela tinha 52 anos de idade e era a mãe de uma filha de 17 anos quando decidiu concorrer por uma das 15 cadeiras do Conselho da Cidade de Los Angeles – treze das quais já estavam tomadas pelos Democratas em uma cidade que é o paraíso esquerdista. Uma noite chegou durante a campanha quando  Bernstein percebeu que estava atrasada para uma das intermináveis reuniões com o público das quais cada candidato local deve particular. Braços carregados de folhetos da campanha, ela correu a pé pela Wilshire Boulevard para conseguir chegar e foi mortalmente atingida pelo tráfego. Assim terminou uma vida dedicada.

O que era tão importante para Helen Bernstein que valia sua própria vida? A resposta a essa questão carrega o segredo do sucesso político Democrata. Para missionárias como Bernstein, a causa – mudar o mundo – é tão grande que qualquer eleição conta. Perder uma cadeira em uma eleição menor é um retrocesso em uma luta contínua por um mundo melhor. Eu não conheço nenhum Republicano morto no cumprimento do dever como Helen Bernstein. [4]

Enquanto nem todos ativistas Democratas são tão fervorosos, cada questão que eles disputam é pintada em suas mentes com um propósito maior de redimir o mundo através do governo. Por causa da nobreza de suas intenções, eles são capazes de fazer seus fracassos parecerem sucessos e são capazes de convencer os outros disso também. Uma pesquisa organizada pelo New York Times e a CBS ao final de 1999 mostrou, por exemplo, que os “Democratas conseguem a confiança do público na questões eleitorais mais críticas, incluindo sistema de saúde, educação e segurança social”. Isto ocorre porque os Democratas tem obtido sucesso gerenciando o sistema de saúde, a educação e a previdência? De acordo com os próprios Democratas, cada um desses sistemas estava em crise no momento em que a pesquisa foi feita, e cada um deles requeria bilhões de dólares para ser reparado.

Algumas das “crises” eram mais retóricas que reais, mas outras – como a da educação – não. Logo após a pesquisa ter sido publicada, o Los Angeles Times reportou um plano para encerrar a “promoção social” nas escolas da cidade e manter as crianças que não haviam obtido suas notas de corte, que deveriam ser abatidas. A razão que os administradores deram foi que eles conduziram uma investigação e concluíram que deveriam segurar 350,000 crianças – metade do sistema escolar inteiro – por que eles tinham falhado ao aprender o trabalho requerido e seriam forçados a repetir o ano escolar de acordo com o plano. Isto não é uma “crise”. Isto é uma catástrofe social, engolfando centenas de milhares de pessoas em sua maioria pobres, incluindo crianças hispânicas e negras, em escolas públicas de Los Angeles, mantendo-as sistematicamente privadas de oportunidades para mudar suas vidas. Helen Bernstein e seus amigos do sindicado dos professores são responsáveis por isso – mas ninguém pensa em culpá-los. Entre os políticos, se evadir da responsabilidade é uma forma de arte, tornado as vezes difícil dizer quem é responsável por qual bagunça governamental. Mas em áreas como política educacional, não é muito difícil ver quem são as ovelhas e quem são as cabras.

A educação não é principalmente uma questão federal. Mais de 90% dos dólares da educação são obtidos e gastos em nível local. Por isso, as administrações nacionais Republicanas de décadas anteriores dificilmente podem ser consideradas responsáveis por este desastre. Nem podem os dois congressos Republicanos dos últimos quarenta anos. Na maioria das grandes áreas urbanas, dificilmente há um único Republicano eleito em qualquer comitê escolar ou responsável pela administração de qualquer distrito. Democratas, esquerdistas e não poucos marxistas obtiveram controle a maioria dos sistemas escolares das grandes cidades na America pelos últimos sessenta anos, incluindo aqueles em distritos nas grandes metrópoles: Nova York, Chicago, Los Angeles, Baltimore, Bolton e Washington [5]. A verdade inegável é que os Democratas são responsáveis por tudo que deu errado nas escolas públicas em relação ao que pode ser causado ou corrigido pelas políticas públicas.

Ainda assim Democratas possuem a confiança do público em relação a educação, que é percebida como uma “questão Democrata”. Como isso pode acontecer? Não será que a calúnia Democrata – que Republicanos não se importam com a educação – tem algum papel nisso? Não será que mesmo que os Republicanso queiram, eles não tem uma resposta para as falhas que as propostas políticas Democratas produziram? Não será por causa de que eles não possuem programas para resgatar crianças pobres e oriundas de minorias do destino que lhes foi forçado pelos Democratas? De fato, os Republicanos se importam e possuem soluções. O que eles não possuem é a mais nebulosa idéia de como apresentar estes programas para o eleitorado americano de uma forma que poderia ganhar sua confiança. Eles não possuem uma pista de como lutar a batalha política.

Enquanto política é guerra conduzida por outros meios, Republicanos estão geralmente relutantes em disparar um tiro. Eles podem se opor a travas de gatilho para armas reais, mas estão aptos a colocarem suas armas políticas em caixas trancadas por cadeado e jogar fora as chaves [6]. No debate a respeito das escolas durante a negociação de orçamento em 1999, os Republicanos mais ou menos se retiraram da disputa e permitiram que os Democratas se posicionassem como  o partido da educação. Durante as manobras a respeito do orçamento, os Democratas foram capazes (como sempre) de se posicionarem como lutadores pelas crianças e os Republicanos como os avarentos da educação. A resposta Republicana para as propostas Democratas foram aquelas típicas dos bananas: “Ok, vamos conceder algum dinheiro que você está pedindo pelos mesmos velhos programas, somente para mostrar que nós não temos um coração de pedra, como você diz que temos. Deixemos que o presidente tenha os fundos que ele queira para 100 mil novos professores e chame isso de ‘solução’, mesmo que nós tenhamos dúvidas que isso vai funcionar, já que os professores ainda serão pagos não por produzirem resultados, mas apenas por aparecerem. O presidente está realmente dando dólares de impostos para os sindicatos que o apoiaram”.

O que o público ouve neste debate congressional é a mesma velha frase defeito: “Democratas querem mais dinheiro para educação; Republicanos querem menos”. Qualquer análise mais profunda é perdida na estática. Se os Republicanos tiverem sorte, o público irá ouvir que os Republicanos podem se preocupar com a educação, mas não tanto quanto os Democratas. Eleitoramente, isso não faz muita diferença. É claro, muitos eleitores já não estão ouvindo os Republianos pois os Democratas os convenceram que todos os Republicanos se importam com “redução de impostos para os ricos”. [7]

Se a crise da educação pode ser solucionada pela adição de mais professores à folha de pagamento, quem iria se opor a isso? O problema é que os Democratas tem adicionado professores e fundos por décadas, mas a crise da educação só tem piorado. Os Republicanos tem uma explicação: você pode adicionar todos os professores e fundos que quiser, mas se não há conexão entre o desempenho dos professores e suas remunerações, não haverá melhoria. Alguém poderia discordar na questão dos “vouchers” e “bolsas de estudo de oportunidade” ou até que um drástico enfraquecimento do lobby dos sindicatos seriam as maneiras para conectar desempenho educacional e remuneração, mas não há dúvidas que o Partido Democrata, tão ligado como está às suas propostas que levam à falência e aos interesses do sindicato, é o menos capaz de entregar um resultado.

Como os Republicanos podem fazer sua mensagem chegar ao eleitorado? Apenas fazendo o que os Democratas fazem. Primeiro, eles podem atacar a credibilidade de seus oponentes. Enquanto o público acreditar que os Democratas são o partido a merecer confiança no que tange à educação, os argumentos Republicanos irão ecoar em ouvidos surdos. Aqui está uma mensagem que os Republicanos poderiam usar para neutralizar a confiança que o povo erroneamente deposita nos Democratas: “Democratas aleijaram e quase destruíram o sistema educacional público através de cinquenta anos de inchamento burocrata e políticas egoístas que somente beneficiam os sindicatos. Nas maiores cidades, as escolas públicas falham em graduar cerca de 50% de seus estudantes pertencentes às minorias. A falta de educação geralmente leva a toda uma vida de pobreza. No passado, as escolas públicas eram o caminho para o sucesso de imigrantes e pobres americanos. Agora elas são becos sem saída para garotos sem futuro. Nenhum Democrata no Congresso envia suas próprias crianças para escolas públicas. Por que eles devem ter o direito de condenar as crianças das minorias e os pobres a um sistema fracassado que nem eles acreditam poder receber suas crianças? É tempo de acabar com essa tragédia social, para dar a essas crianças um direito a participar do Sonho Americano”. [8]

Esta é a mensagem, mas onde está o Republiano que irá dá-la? Se os Republicanos não identificarem os Democratas como a causa da crise da educação enquanto estão no debate, eles já amarraram uma de suas mãos às costas, prenderam a outra sobre suas bocas, e colocaram 100 kilos de peso ao redor de suas pernas. Como resultado da inaptidão Republicana para a guerra política, os Democratas se tornaram um partido “teflon”, capaz de escapar ileso dos desastres sociais que suas propostas políticas criaram.

David Horowitz

***

[1] Eu nunca tinha pensado nisso, e Horowitz realmente matou a charada. Quando eu criei o rótulo cristão manso, para definir cristãos que aparentavam uma ingenuidade de criança quando adentravam ao combate político com os neo ateus, não conseguia entender a origem de tamanha ingenuidade. Eles eram adultos, mas caiam em todos os engodos dos neo ateus, e até por isso escrevi o post no qual cunhei a expressão clicar no email de phishing achando que ele veio por engano. Entendo que, ao conhecemos as origens da postura militante esquerdista,  e por que eles estrategicamente se dão melhor em termos políticos, aos poucos essa deficiência conservadora pode ser corrigida por meio de conscientização. Até por que me lembro da história de uma líder de projetos que era conhecida por sua ingenuidade, a qual afetava todas suas negociações. Depois da décima vez, ela conseguiu assimilar que realmente era ingenua, e começou a ter desempenhos melhores – por exemplo, não dizer “sim” à qualquer solicitação de mudança de escopo. Em breve, também tratarei de uma nova metodologia, a qual defino como estupro mental, na qual humilhamos de forma cruel e impiedosa alguém de NOSSO PRÓPRIO GRUPO, reduzindo-a a praticamente nada, de forma a retirar o conteúdo de ingenuidade que há dentro dela.

[2] A constatação aqui é que politicamente os conservadores precisam “remodelar” suas propostas de forma a mostrar o aspecto positivo delas. Hoje provavelmente a agenda é negativa, pois eles estão muito na defensiva. Mas a intenção dos pais fundadores era uma agenda positiva. Outro exemplo está na questão dos neo ateus, que aparentemente teriam uma agenda negativa, mas quando eles dizem que fazem tudo isso por “um mundo melhor, salvo pela ciência, que é representada por eles” todas as suas ações, embora vis e torpes, são encapsuladas pelo objetivo positivo. Essa prática da “remodelação” de propostas é uma arte que os conservadores devem dominar, e, com o fato de 200 milhões de pessoas terem sido mortas de regimes de esquerda, uma própria proposta dizendo que o “conservadorismo representa o retorno aos ideais da América, de oportunidades para todos, sem o governo atrapalhando” é uma mensagem positiva, que, se impregnada na mente da população, irá trazer por consequência uma conotação positiva a ataques feitos ao esquerdismo (uma agenda negativa).

[3] Este “gap” foi aparentemente corrigido com o surgimento do Tea Party, que defino como um impulso extremamente positivo do conservadorismo, conforme mencionei anteriormente. Já o surgimento do Occupy Wall Street, com sua mensagem explicitamente socialista, poderia reativar uma nova versão da Guerra Fria, que daria uma causa aos conservadores. É tudo questão de aproveitar o momento.

[4] Eu não quero que nenhum conservador perca sua vida na batalha política. Entretanto, é importante termos uma causa pela qual lutarmos. Um filme muito interessante é “O Mensageiro”, com Kevin Costner, no qual ele lidera uma rebelião contra um ditador cruel, Bethlehem, em um mundo pós-apocalipse. Ao final, Bethlehem diz que não pode ser vencido, pois seus adversários “não acreditam em nada, não lutam por nada”, e ouve a resposta de Costner: “Eu acredito… nos Estados Unidos da América”. Essa metáfora de “acreditar em um ideal”, como parte fundamental da batalha política, deve ser estudada com muito carinho pelos conservadores. Também é importante lembrar que acreditar em um ideal não significa ter um idealismo bobo no qual a proposta é salvar o mundo, mas sim dar oportunidades iguais a todos, ter o sonho americano, etc. Cada cultura terá seus ideais. Em 1964, por exemplo, quando o Governo Militar tomou o poder com o apoio da população brasileira, havia um ideal positivo, que era a manutenção da liberdade em um país em crescimento, ao contrário da ameaça da ditadura comunista que estava por vir.

[5] E esses são os fatos. A estratégia gramsciana é responsável pela tomada do sistema educacional pelos esquerdistas, e portanto o estabelecimento de uma liderança esquerdista por lá. Logo, os problemas da educação não são oriundos da direita, mas da esquerda, e essa mensagem deve ser passada à população da forma mais simples possível.

[6] Em termos do que falo por “estupro mental”, esse é o tipo de mensagem importante. Algo como: “se você é tão ativo em pedir o direito de usar armas, por que se torna tão frouxo quando é para disparar uma bala política contra o seu inimigo?”.

[7] Em relação a “não ouvir mais” os Republicanos no debate político, creio que já ficou bem claro (e não é a primeira vez que estou ressaltando) que técnicas como controle de frame e domínio do jogo de rótulos, apresentadas aqui, não possuem mero aspecto decorativo. Pelo contrário, são instrumentos centrais para o duelo político.

[8] Note que esta é a mensagem, para a qual ainda poderia ser efetuada uma frase de impacto como “Republicanos querem uma educação que dê oportunidade a todos, enquanto Democratas apoiam um sindicado que faliu o sistema público”.



Categorias:Guerra política (ensaios)

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5 respostas

  1. esta historia e suepreendente

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  2. isso me ajudou muito tirei um 10

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  3. Luciano,

    Acompanho seu blog através do feed que recebo por e-mail. Quando o título chama a minha atenção, então eu leio o artigo, o problema é que isso acontece com uns 90% das postagens.. rsrs

    O que há de mais importante no Ceticismo Político é a lucidez e a honestidade intelectual na interpretação dos fatos e nas soluções para eles apresentadas que o diferem substancialmente da BLOSTA (excelente termo criado por aqui!).

    O seu estilo e conteúdo é muito interessante por passar para os seus leitores infantes na guerra política (eu, por exemplo), basicamente, três aspectos extremamente importantes a serem assimilados por direitistas e conservadores: 1) assertividade na defesa de ideias e no combate a adversários inescrupulosos, 2) desvelamento dos truques fajutos destes adversários (os quais você chama de frames), e 3) virada destes frames contra os farsantes que os utilizam.

    Com tudo o que você e outros autores tem a dizer e ensinar sobre guerra política, eu acho um absurdo inexplicável a inaptidão da direita em combater a esquerda com eficácia.

    Agora a minha questão: ao tomar conhecimento, nesta postagem, dos caminhos da guerra partidária na política norte-americana, que em muito se assemelham aos mesmos caminhos titubeantes no Brasil, vide a boa vontade de Aécio Neves para com Dilma e dilmistas em geral, ou seja, em suma, da inexpressividade popular da direita política para com a população e mansidão tola e sem fundamento para com os adversários esquerdistas, eu lembro da teoria da tese, antítese e síntese, que, basicamente, diz que o Capitalismo e o Socialismo são dois lados de uma mesma moeda, a qual polarizou o mundo para, por fim, surgir com uma solução global aos conflitos criados por si mesma, a tal New Order World. Essa teoria, na superficialidade do meu conhecimento sobre a mesma, é anti-americana e anti-sionista.

    Você já analisou essa teoria? Acha que ela explica o ‘ovelhismo’ dos republicanos norte-americanos e da nossa oposição política para com a esquerda em geral?

    Desculpe a extensão do comentário.

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