A Arte da Guerra Política – VIII – Fazendo o seu caso

A atitude não-combatente é tão pervasiva nas propostas Republicanas que isso chega a afetar sua habilidade de guardar seu terreno. Isso em territórios que são tradicionalmente seus. Considere a “questão Republicana” da defesa nacional. Pelos últimos cinquenta anos, os eleitores americanos tem (corretamente) confiado nos Republicanos para defender o interesse nacional ao invés dos Democratas, que sempre agiram de forma “suave” em relação aos adversários da America em questões internacionais, sendo sempre incapazes de gastar os dólares necessários com os militares. Mas considere a chuva radioativa política quando os Republicanos rejeitaram o Tratado para Proibição Completa de Testes Nucleares [1] no inverno de 1999.

O debate no senado colocou frente a frente ambas as filosofias. Os Democratas foram a favor do acordo de controle de armas pois, como esquerdistas, eles acreditam nas intenções fundamentalmente boas da maioria dos seres humanos e suas habilidade em usar a razão em seu próprio interesse [2]. Os Republicanos se opuseram ao tratado pois são céticos quando a estratégias de controle de armas e suspeitam de boas intenções. Os Democratas defenderam o tratado de interdição de armas nucleares como um momento de verdade para a liderança americana. A ratificação, argumentaram eles, daria um exemplo às outras nações, que seriam motivadas a perseguirem também um ideal de sanidade e contenção. Rejeitar o acordo seria abandonar o papel de liderança da America, deixando o mundo sem uma direção. Os Republicanos tinham uma idéia diferente. Eles argumentaram que os programas de controle de armas tem falhado ao longo dos anos e que eles são perigosos exatamente por causa deste aspecto.

As politicas internacionais de controle de armas implementadas após a Primeira Guerra Mundial são um exemplo. As Democracias do Ocidente – America, Inglaterra e França – observaram os tratados, mas as ditaduras – Alemanha e Japão – não. As ilusões de controles de armas permitiram que o Eixo ganhasse uma vantagem militar nos anos pós-guerra, o que os levou a se arriscarem em um confronto militar. Estas ilusões foram uma causa central (alguns diriam que foi a maior causa) da Segunda Guerra Mundial [3]. Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos novamente atenderam aos tratados de controle de armas, mas seus oponentes não. O controle de armas amarrou as mãos da América, mas não de seus adversários. Os Republicanos não vêem razão para acreditar que um novo tratado teria qualquer tipo de diferença prática em relação aos anteriores.

O Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares foi um momento de verdade para ambos os partidos. Os Republicanos tinham um melhor senso da história e uma melhor visão da natureza humana ao sustentar seus argumentos [4]. Eles se opuseram ao tratado pois as tecnologias atuais não podiam verificar se pequenas explosões nuclearem realmente ocorreram ou não. Tais testes eram necessários para o desenvolvimento de armas nucleares para potencias como China, Iraque e outros estados despóticos, mas não havia maneira de garantir que eles abandonariam os testes e respeitariam o tratado uma vez que o tivessem assinado. A China apoiou o tratado, já que que os ditadores de lá sabiam que isso iria amarrar as mãos da America, mas não as suas. Os Estados Unidos, que tem sido uma sociedade aberta, seria compelido a respeitar os termos do tratado. Sociedades fechadas como a China e seus aliados Irã, Líbia e Iraque, não.

Os Republicamos tinham o melhor lado do argumento. Tanto a história como o realismo ditaram que os Estados Unidos não deviam assinar. Ao final, sua maioria os permitiu derrubar o tratado, ainda que eles tenham perdido o debate público. A razão foi que enquanto os Democratas perdiam a votação no congresso, eles imediatamente foram para a ofensiva política. A rejeição do tratado pelo Senado foi acompanhada pela acusação da Casa Branca que os Republicanos eram “isolacionistas”, incapazes de lidar com as realidades do mundo moderno. Antes da Guerra Fria, isolacionismo tinha um impacto profundo na sensibilidade do povo. Os isolacionistas Republicanos acreditavam que se a America se recolhesse à sua fronteira continental, poderia ignorar o que ocorreria no mundo lá fora.

Mas isso foi há mais de 50 anos atrás, quando o Partido Republicano era uma coalisão totalmente diferente da atual. Os Republicanos abandonaram suas posições isolacionistas em 1948 quando seu líder e porta-voz, Senador Arthur Vandenburg, anunciou seu apoio à Doutrina Truman e à Guerra Fria contra o império Soviético. Os Republicanos se mantiveram na trilha, mantendo o internacionalismo da Guerra Fria da Administração Truman até que o Muro de Berlin finalmente caiu. Ao acusar os Republicanos de serem um partido isolacionista, dada essa história, os Democratas recaiam em uma sonora mentira política.

Isso não refreou Clinton, é claro. Mas enquanto uma mídia esquerdista deu apoio a este ataque partidário, os Republicanos ficaram de queixo caído, politicamente paralizados. Ao invés de lançarem um contra-ataque, eles procuraram os microfones públicos para explicar que tinham sido mal interpretados. Não era verdade que eles foram isolacionistas e era injusto rotulá-los dessa maneira. As frases de impacto que o público ouvia eram: “Republicanos são isolacionistas, Republicanos negam a acusação”. Não é preciso da ajuda de um Dick Morris para descobrir qual posição tem a vantagem.

O que o público eleitor não conseguiu ouvir foi qualquer acusação contra os Democratas oponentes ao tratado. Não houve qualquer rótulo como “isolacionista” para lançar ao outro lado. Um rótulo adequado que os Republicanos podiam ter usado contra seus oponentes Democratas era “apaziguadores”, já que Clinton tinha revivido os termos do debate pré-guerra. O tratado era focado em tomar uma posição frouxa em relação a regimes como China, uma ditadura brutal que nunca assinou um acordo que não estava preparada para quebrar. Ao aplicar a acusação de “apaziguador” ao Presidente os Republicanos teriam ressaltado o fato de que o Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares foi em parte desenhado para acalmar ditaduras, agressores potenciais, e famosos violadores de normas internacionais. O rótulo iria lembrar aos eleitores, mais uma vez, que os esquerdistas tinham deixado seu otimismo esquerdista embaçar sua visão política.

Eu fiz esta sugestão ao diretor de comunicações do Comitê Nacional Republicano, e recebi a seguinte resposta: “Os Republicanos não rotulam os Democratas como apaziguadores no debate do tratado, pois Trent Lott não acredita que Bill Clinton é um apaziguador” [5].

Minha resposta foi essa: “Primeiro, Bill Clinto é um apaziguador. Segundo, isto é política! Você acha que Bill Clinton realmente acredita que os Republicanos são isolacionistas? Ele rotulou você com um poderoso rótulo negativo e vocês não o rotularam de volta. Acordem. Vocês estão perdidos! Você acha que os eleitores vão dar aos Republicanos uma medalha de ouro pelo uso meticuloso da linguagem, precisão e bom comportamento?”

Uma zona ainda mais turbulenta para a inaptidão Republicana é raça. Aqui, os Democratas são capazes de usar seus trunfos com facilidade. Os Republicanos são tão regularmente e tão desvastadoramente derrotados na questão de raça, que os Democratas basicamente precisam aparecer para vencer. No inverno de 1999, tudo o que os Democratas tinham que fazer era nomear um Afro Americano moralmente contestado e corrupto para criar uma arapuca para os Republicanos. Se os Republicanos ratificassem a nomeação da ex-Senadora Carol Moseley-Braun, os Democratas ganhariam a aclamação da comunidade Afro Americana. Se os Republicanos se opusessem a sua nomeação, os Democratas poderiam insinuar que eles eram racistas. Em ambos os casos, os Democratas podiam contar com os Republicanos para cooperarem com sua própria derrota. [6]

Como senadora, Carol Moseley-Braun ficou famosa por desafiar a política de seu próprio governo, aproximando-se do ditador da Nigeria – um sádico opressor de Africanos negros. Ao fazer isso, Moseley-Braun trouxe a si própria a ira da Administração Clinton, além de organizações de esquerda como a TransAfrica de Randall Robinson. Os Republicanos lembraram os Democratas disto quando sua nomeação surgiu? Eles apontaram a falta de preocupação deles com os nigerianos que sofriam e seus lapsos éticos no cargo quando fez dessa nomeação um insulto para todos os Americanos e Afro Americanos em particular?

Ao invés disso, o líder Republicano no senado, Jesse Helms, deixou claro que seu motivo para se opor a sua nomeação foi vingança contra a postura que ela tinha tomado contra a bandeira confederada! The night they drove old Dixie Down, all the liberals were singing… [7]

Pouco após este episódio, eu desembarquei em Bloomfield Hills, um próspero subúrbio de Detroit, para conversar com ativistas Republicanos. O gerente da campanha para o congressista local me pegou no aeroporto. Durante a viagem, eu lhe perguntei a seguinte questão a respeito da eleição de 2000, naquela época havia exatamente um ano: “A economia está em expansão, e as pessoas tem mais dinheiro em seus bolsos. Me dê três razões pelas quais alguém deveria votar em um Republicano este ano?”

O silêncio foi longo e doloroso. Outro ativista do partido, que estava no passeio, interveio para oferecer uma explicação laboriosa do porque ele sentia que a filosofia Republicana do governo limitado e respeito pelo indivíduo significava que aos políticos Republicanos poderia ser melhor confiado o poder do estado do que aos Democratas. Seu argumento se arrastou por alguns minutos, antes que eu o interrompesse.

“Veja”, eu disse, “Vai ocorrer uma eleição em doze meses. É provavelmente a eleição mais importante em vinte anos. Os eleitores que acreditam nos Republicanos já votam nos Republicanos. Você tem menos que trinta segundos para alcançar o eleitor indeciso médio que, por acaso, está completamente desinteressado no processo político, e que pensa que todos os políticos são substituíveis, para não mencioná-los como de menor grau na escala de seres que merecem confiança. O que você irá dizer-lhes para conseguir seu voto?”

Silêncio.

“Eu vou lhe dar a uma ajuda. Os Democratas já estão enfurnados em suas war rooms. Eles já sabem sua “linha de marcha”. Eles já identificaram as questões que acreditam que afundarão vocês, e já possuem frases de impacto para usá-las nesse intento. Eles vão abordar o ambiente, o aborto e controle de armas só para começar. Aqui está como: ‘Se você eleger os Republicanos, eles vão dar uma trégua às empresas poluidoras, que lhe tirarão o ar que você respira. Se você eleger Republicanos, eles irão convidar o governo ao seu quarto para dizer à sua esposa ou filha o que fazer com sua gravidez, algo que as afetará pelo resto da vida. Se você eleger Republicanos, eles irão tornar armas disponíveis a crianças perturbadas, transformando-as em serial killers e deixá-los soltos nas escolas infantis.”

Eu fiz uma pausa, esperando por uma resposta. Nenhuma surgiu. “Veja como essas proposições são formuladas”, continuei. “Elas são gritos de guerra. Elas dão às pessoas uma razão de vida ou morte para votarem. Elas fazem os Republicanos parecerem inimigos das crianças, mulheres e toda a humanidade. Elas mostram que os Democratas se preocupam com sua segurança e bem estar. Eles precisam de 10 segundos para usar este tipo de material. Qual é sua resposta?”

O gerente de campanha republicano e o ativista apenas ficaram estáticos.

Este é, em uma casca de noz, o problema Republicano. Os Republicanos são solucionadores de problemas, não guerreiros ideológicos. Eles não estão preparados para a batalha política que os Democratas vieram lutar. Isto é mais que um dilema partidário. É uma tragédia nacional. Traduzido em termos humanos, o sucesso do esquerdismo do Partido Democrata significou milhões de vidas ofuscadas nos subúrbios e no interior, um fardo de impostos injustos contra a classe média, e um ambiente inseguro para todos nós. Isto já é razão suficiente para apoiar a agenda Republicano. Depende apenas dos Republicanos aprenderem a fazer seu caso.

David Horowitz

Obs.: Com este último texto, conclui-se a série “A Arte da Guerra Política”, tradução do panfleto original de David Horowitz e parte do livro “The Art of Political War and Other Radical Pursuits”. No link ao lado, seção “Estudos de Caso”, toda a série está disponível para consulta, em suas 8 partes. Se para mim, o livro é influência central em meus escritos, para vocês creio que poderá ser extremamente útil como ferramenta de conscientização a respeito de como agir politicamente. Espero que façam bom uso.

***

[1] Esse Tratado (no original, CTBT, ou Comprehensive Nuclear Test Ban Treaty), proibia quaisquer explosões nucleares em qualquer ambiente, não importa se os fins fossem militares ou civis.

[2] Já não era sem tempo. A Crença no Homem é uma estratégia fundamental do pensamento de esquerda. Relembrando o que isto significa: “Crença na idéia de que o homem, poderá por sua ação, através da razão, empatia e/ou ciência (ou qualquer outro atributo usado para simular âncoras positivas) eliminar as contingências humanas, como luta por auto-preservação, territorialismo, gregarismo e busca pelo poder, para então criar um cenário na Terra em que um grupo específico de homens (estes “iluminados”) protegeriam a humanidade como um todo, com justiça para todos e amplificação da felicidade global.”

[3] Este é um apontamento de uma possível consequência da religião política. Ao se confiar no ser humano, sempre existe o preço a ser pago por essa confiança. Vale a pena aprofundarmos as investigações a respeito do que facilitou a vida dos países que resolveram detonar a Segunda Guerra Mundial.

[4] Isto explica por que os esquerdistas se incomodam tanto com o uso da expressão “natureza humana”, pois eles querem acreditar que ela não existe, e, se existe, é mutável e completamente influenciável pelo ambiente. Quer dizer, coisas como gregarismo e territorialismo para eles não são inerentes à espécie humana, mas aprendidos culturamente. É claro que tal visão não tem nenhuma sustentação científica.

[5] É este tipo de simulada nobreza que ajuda a derrubar muitos Republicanos e conservadores. Ao pensar por princípios, mas não politicamente, automaticamente isso permite que o adversário possa fazer gato e sapato daquele que está tomando a postura ingênua no debate.

[6] Isso explica, aliás, por que Barack Obama é tão blindado. O fato dele ser negro o habilita a fazer absolutamente o que quiser, enquanto os jornalistas esquerdistas fazem cara de repulsa e indignação a cada acusação que ele recebe. Esse é o gancho para facilitar com que as acusações sejam facilmente retiradas de sua frente puramente pelo uso do apelo emocional. E é justamente por isso que os Republicanos deviam investir cada vez mais em candidatos representantes das minorias.

[7] Não há uma estratégia mais estúpida para se opor a alguém politicamente do que dar uma justificativa banal para fazê-lo. Chego a lembrar do autor Leandro Narloch, ao lançar seu “Guia Politicamente Incorreto para a História do Brasil”, quando disse que seu objetivo era ser um “pentelho” (algo mais ou menos assim). Isso não é um motivo que preste para justificar uma oposição. É importante que, no ato da oposição a alguém, que esse motivo seja algo nobre. Ou é isso ou então é melhor ficar calado.



Categorias:Guerra política (ensaios)

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5 respostas

  1. “Chego a lembrar do autor Leandro Narloch, ao lançar seu “Guia Politicamente Incorreto para a História do Brasil”, quando disse que seu objetivo era ser um “pentelho” (algo mais ou menos assim). Isso não é um motivo que preste para justificar uma oposição. É importante que, no ato da oposição a alguém, que esse motivo seja algo nobre. Ou é isso ou então é melhor ficar calado.”

    Interessante.
    Tem também o “Guia Politicamente Incorreto da Filosofia”, escrito pelo Pondé.
    Dia desses numa livraria, eu dei uma folheada nesse livro, mas não sei por que, resolvi não comprar.
    E o Pondé fala algo nesse sentido: que o objetivo dele é “irritar” ao menos alguns leitores.
    Talvez filosoficamente essa ideia de causar “irritação” tenha sentido, mas politicamente é inútil mesmo.

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  2. Em primeiro lugar, um agradecimento: essa série de textos mudou drasticamente minha estratégia, que já está mostrando frutos em pouquíssimo tempo.

    Aí vem o gancho para o “em segundo lugar”: me sinto na obrigação de criticar a sua estratégia. A meu ver você não aplica bem o método dele. Lendo os seus textos, tenho a clara noção de que você faz o mesmo que o “outro ativista do partido, que estava no passeio” da história acima: você joga somente para a sua plateia, e não para os indecisos e o mais importante: os esquerdistas funcionais. Se você quer mais conservadores, faço a você a mesma pergunta que Horowitz fez ao tal ativista: o que você irá dizer-lhes para conseguir seu voto?

    E é aí que entra o ponto em que eu quero chegar: eu acompanho seu blog há tempos (não o retirei do meu feed reader mesmo quando você ficou meses parado), e essa série me trouxe muito mais benefícios políticos que todos esses meses acompanhando seu blog.

    Pra mim, a grande sacada que do Horowitz é o “falar ao coração”, que até já foi tema de um de seus posts, mas que você não costuma usar.

    O fato é que no exato momento em que eu coloquei isso em prática, em poucos dias estava recebendo elogios de uma amiga esquerdista funcional (daquelas que elogiam a marcha das vadias) e de suas amigas esquerdistas, que eu falhei várias vezes em apontar os erros. Quando, em vez de atacar diretamente os argumentos, passei a defender a mesma causa, mas apontando soluções conservadoras e mostrando que as soluções esquerdistas são ruins, tudo mudou. Eu, que já tinha percebido que não estava sendo ouvido, agora estou sendo mais respeitado. Se eu começasse chamando ela de esquerdista, continuaria sendo ignorado. A mudança de estratégia surtiu um efeito imediato: eu não falei nada diferente do que falava antes, apenas mudei a forma de falar, e isso fez toda a diferença.

    Bom, mas é só mais uma crítica, das tantas que você recebe. Se achar que não é relevante, ignore…

    E o “The Art of Political War and Other Radical Pursuits” já vai pro topo da lista de “to-read”. Mais uma vez obrigado por essa dica e pelo esforço de tradução!

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    • É verdade que eu não faço o jogo político neste blog. Aqui eu FALO DO jogo político. Por exemplo, ao apresentar a arte da guerra política traduzida, e você ter conseguido usá-la com sucesso, já é um indicador de sucesso a meu ver.

      Entretanto, reconheço que textos com mais dicas a respeito de como reformular as ideías para controlar o frame no jogo político estão na lista de publicação.

      Valeu pela dica.

      Abs, LH

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      • “Por exemplo, ao apresentar a arte da guerra política traduzida, e você ter conseguido usá-la com sucesso, já é um indicador de sucesso a meu ver.”

        Foi o resultado direto do sucesso, não tenha dúvida.

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