A mentalidade psicótica de um gayzista que usa a guerra de classes para a causa LGBT

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No Blogay, da Folha, o delírio gayzista mais uma vez mostra a sua face, incapaz de pensar de acordo com a realidade. Em vez disso, fantasia situações e usa discurso de vitimismo em ritmo bate-estaca.

Em um post entitulado “E os heterossexuais que apanham de gays?”, o blogueiro Vitor Angelo destila um show de sandices. Vitor se irritou com um questionamento feito: “E os heterossexuais que apanham de gays?”

A resposta dele não poderia ser mais patética:

A pergunta soa absurda, mas existe muita mentalidade mesquinha que adora a tática de reverter o jogo e transformar a vítima em culpado, ainda mais se tratando de minorias.

Mas esperem. Se um heterossexual apanha de um gay, o heterossexual em questão é uma vítima, e não o gay que bateu. Assim como quando um gay apanha, este é a vítima, e não o heterossexual. Qualquer pessoa em sã consciencia reconheceria essa lógica básica, mas mesmo assim ele diz que isso é “reverter o jogo, transformando vítima em culpado”.

A lógica dele só funcionaria se sempre os gays fossem as vítimas, e sempre os heterossexuais fossem os culpados, o que não passa da manjadíssima tática de guerra de classes, aprendida com Marx. Se Marx idealizou um mundo em que os proletários são sempre vítimas, e os burgueses são sempre culpados, Vitor imagina um mundo onde os gays são sempre vítimas, e os heterossexuais sempre culpados.

Outro momento surreal é quando ele afirma o seguinte:

Tacanho como foi a blogueira-comediante que uma vez me chamou de heterofóbico (olha a falta de neurônio) por eu acreditar que Marcelo Dourado era homofóbico e que defende-lo era compactuar com suas opiniões mesquinhas.

Ué, se discordar de um gay é homofobia, por que discordar de um heterossexual não é heterofobia? Qual é o critério que os gayzistas querem para definir o comportamento do outro como “fobia”? Pelo que se observa no linguajar deles, “fobia” só existe se for uma discordância contra gays. Notem aqui a incapacidade de pensar em termos de validade das proposições, mas novamente em termos de classes. E, desde que seja para defender a classe, vale mentir a vontade.

Como sói ocorre nesses casos, os leitores de Vitor Angelo seguem a mesma neurose. Um deles disse o seguinte:

Tática velha e conhecidíssima essa de inverter a situação. Deveriam ter perguntado a ele quantos casos de héteros apanhando por conta da sua orientação sexual ele já ouviu falar. Mas nem precisava, eu mesmo posso responder, NENHUM, não há nenhum caso nesse mundo de um hétero que tenha sido agredido e/ou morto por conta disso.

Eis que um oponente da causa gay apontou o link para esta matéria publicada em meu site: “Mais motivos para tomar muito cuidado com o gayzismo: Manifestação cristã atacada por ativistas homossexuais na Alemanha”, demolindo de uma vez por todas a alegação de que “gays jamais agridem heterossexuais”. Aliás, o padrão aqui é o mesmo dos neo ateus. Segundo eles, um ateu jamais irá agredir um cristão, mas um cristão sempre irá agredir um ateu. Mais uma vez, guerra de classes.

Mas a cereja do bolo vem no comentário de outro gayzista, Luis:

Espero ver o dia que gangs de gays saiam pelas ruas caçando homofóbicos.

Julio Cesar, adversário dos gayzistas, respondeu na lata: “Isso aí, assim poderemos acabar com vocês e alegar legitima defesa.” (Aliás, para um militante gay, “homofóbico” é a senha para descrever alguém que meramente não concorda com a causa gay)

Como se vê, entre Luis e Julio Cesar vemos algo que parece provocação de futebol. Um ofende de um lado, e um ofende do outro. Se temos um duelo de provocações, não haveria nada de mais, certo? Mas segundo um deles, o gay agressor sempre estará correto, por que, a priori, “a legítima defesa é do gay”.

E assim sucessivamente, podemos mapear mais um modelo padrão de discurso, em quem um grupo alegadamente minoritário usa isso para destilar ódio contra os que não pensam igual a eles.

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4 COMMENTS

  1. Gostaria de ver homossexuais honrados, à exemplo de Clodovil, se manifestarem contra esse antro gayzista, assim como vemos o ateu Luciano se manifestar contra o neo-ateísmo.

  2. Oi, Ayan. Fui eu quem citou seu post no tal do Blogay. Eu queria comprovar o rigor intelectal daquele blog, e a tréplica do “homofílico” foi dizer que visava apenas “homofóbicos”. É ruim, heim!

    Mas vamos esquecer os beneficiários dessa e de outras militâncias, patifes intelectuais assumidos e incorrigíveis, e tentar argumentar apenas com os funcionais, que são apenas idiotas úteis. Prepare o estômago pois o tema agora vai ser indigesto.

    Para um heterossexual, a prática sexual envolve, pelo menos(*), desejo, excitação, intercurso e orgasmo. Concordam com isso os gays, lésbicas, travecos, transgêneros e demais variantes. A discordância entre os dois grupos é o objeto da prática. Para o primeiro, será sempre alguém do sexo oposto por quem ele se sinta atraído. Para os demais, o que conta são os 4 passos do processo, independente do objeto de prazer ser um aspirador de pó, um tamanduá, um cadáver ou uma criança.

    Como os glbttnpz não conseguem abstrair para além de suas preferências (só pensam “naquilo”), o jeito será eleger como elemento de comparação um denominador comum fora do sexo. Por exemplo, a gastronomia. Vejamos:

    Assim como o prazer sexual, o gastronômico também compõe-se de etapas: visão/olfação, mastigação/ingestão e deglutição/digestão. Para uma pessoa normal, esse ato depende necessariamente do objeto gastronômico, a saber: frutas, verduras, grãos, cereais, leite, ovos e carnes temperados e preprarados segundo regras culinárias adequadas. É necessário também (quem cozinha, sabe) um controle de qualidade tanto dos ingredientes quanto das etapas de preparação.

    Como você bem definiu, a prática homossexual não é uma doença, mas uma mania. Eu diria o mesmo da coprofagia. Nesse caso, não odeio o coprófago; eu o tolero desde que ele flambe ou marine sua bosta em um ambiente discreto e isolado, que lave bem os utensílios, o rosto e as mãos, escove muuuuito bem os dentes e leve sempre a tiracolo um litro de Listerine. E sob hipótese alguma me beije ou faça respiração boca-a-boca.

    Agora, imagine uma militância coprofágica organizando “a marcha do orgulho fecal” para impor à sociedade que reconheça o mesmo valor gastronômico entre um milkshake de chocolate e uma caneca de diarreia, entre um crepe-suzette e um merde-pivette. O símbolo da marcha seria uma bandeira tingida de excrementos. Os porcalhões desfilariam fazendo gargarejo com iguarias típicas e, para caprichar na provocação, se organizarim em duplas: um defecando na boca do outro. Seu pleito? “Como a coprofagia se equipara ao vegetarianismo e à macrobiótica, todos os restaurantes deverão oferecer em seus cardápios opções tanto coprofeitas quanto convencionais, preparadas ambas na mesma cozinha, pelos mesmos cozinheiros, com as mesmas panelas e servidas com as mesmas louças e talheres (após uma agüinha, é claro)”.

    Não satisfateitos, eles exigiriam que o Ministério da Educação distribuísse nas escolas kit-shits, pelos quais as crianças seriam doutrinadas a pensar que se uma pessoa não diferencia um cagalhão de um filé, ela dobra suas opções alimentares e ainda colabora para resolver o déficit de produção (e, principalmente, de distribuição) de alimentos no mundo.

    Acabou? Não. Eles irão pleitear o direito de pregar que a Santa Ceia original compunha-se de urina e pão de titica prensada. Exigirão também que os padres oficiem a missa com esses ingredientes, não os negando a quem os solicitar durante a comunhão. E ai de quem não gostar de ver esses novos fiéis diante do altar mascando caquinhas como se fossem chicletes.

    Mas tem mais: os coprófagos irão tachar de coprofóbicos quem demonstrar, ainda que sutilmente, seu desagrado para com as práticas acima impostas e ainda determinar 3 anos de cadeia para quem for julgado por tais crimes (“crimes contra a humanidade”, segundo sua escala de valores).

    Nesse cenário escatológico (nas duas acepções do termo), apoiada na bancada da merda e tendo cagado, digo aparelhado as instâncias judiciais, a emergente coproarquia se deleitará em ouvir de um ministro do supremo que “a coprofagia ocupa um lugar nobre nos hábitos sociais por ser estritamente gastronômica, ao contrário da alimentação vulgar, meramente voltada para a sobrevivência”. Seria a sagração da “copronormatividade”.

    E do mesmo modo que os homossexuais não estão sós em sua jihad(**), as hostes coprofágicas serão engrossadas por comedores de meleca, ranho, remela, puz, abscessos e cascas de feridas.

    Bom, era isso. Desculpe-me se os termos não cheiram bem, Ayan. Mas eu precisava jogar no ventilador meus sentimentos pelas militâncias antes que elas o façam contra nós.

    (*) Há também afeição, afinidade, respeito, significado e propósito. Mas embora esses elementos não sejam exclusivos do ideário cristão, sempre haverá alguém a invadir esta área de comentarios e berrar: “o estado é laaaaaaaaico!!!!”

    (**) Não há, aqui, intenção de generalizar contra todos os islamitas. Restrinjo-me aos terroristas. Quem se sentir ofendido, pode trocar o termo por “Cruzada”.

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