O policial cumpriu seu dever, enquanto Leonardo Sakamoto ficou fora de si

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No post Motoqueiro registra ladrão sendo baleado em São Paulo. Aguardo o pronunciamento da esquerda, falei de um evento ocorrido no último domingo, quando um assaltante tentou roubar a moto de um vigia e foi baleado por um policial a paisana. Tudo filmado por uma câmera posicionada no capacete do vigia.

No texto, previ que não tardaria para a esquerdalha começar a lamentar a morte do criminoso.

Pois não é que no dia seguinte Diego Quinteiro, parceiro de propaganda política de PC Siqueira, escreveu uma crônica (boa dica do site Meu Professor de História Mentiu Pra Mim) para tentar transformar o bandido em vítima? Ele disse:

A ambulância chegou rápido, mas não a tempo de salvar João. No chão, olhando para o céu pela última vez, ouviu as palavras da pequena multidão que cercava seu corpo moribundo:

– Ladrão!

– Bem feito!

– Vagabundo.

Paulo achou justo: cada um deve ter aquilo que merece! E, de fato, ele merecia as coisas que tinha.

João não achou justo: cada um deve ter a vida que merece!

E, de fato, ele não teve a vida que merecia.

O abilolado Quinteiro disse que seu texto foi “inspirado, mas não baseado, nesse vídeo [o do bandido sendo baleado ao tentar roubar a moto] e nos tristes comentários feitos sobre ele”. Concluiu, obviamente: “O rapaz desse vídeo sobreviveu”.

Mas Quinteiro não é tão engraçado como Leonardo Sakamoto, famoso por sua tese defendendo que em um crime a culpa é da vítima por causa de ostentação. Quinteiro é um pobre coitado, mas Sakamoto faz posts praticamente trash, especialmente por que se leva a sério demais, mesmo propagando delírios que assustariam até os pacientes do Juqueri.

Sakamoto nunca foi capaz de fazer um post conectado com a realidade. E, como diria o Barão de Itararé, de onde menos se espera daí mesmo é que não sai nada. Irritadíssimo com a comemoração da direita com a morte do criminoso, ele perdeu a cabeça e perpetrou o post mais bizarro do ano, intitulado O policial cumpriu seu dever. As redes sociais é que estão fora de si, em um verdadeiro clássico do “quando não faz sujeira na entrada, faz na saída”, pois ele começa até razoavelmente são:

Sobre o ato em si, não há muito o que dizer. Na minha opinião, o policial cumpriu seu dever.

Está explicada a chuva de hoje! Sakamoto dando razão a um policial que baleou um bandido? Isso não é algo que vemos todos os dias. É aí que podemos cair no erro de pensar que alguém apertou alguns parafusos soltos em sua cabeça. Ledo engano, pois veja este momento surreal:

De qualquer forma, é um caso trágico em todos os sentidos, que não deveria ser comemorado.

Como é? Um sujeito tem sua moto roubada, e está pronto para voltar a pé para sua casa, quando aparece um policial e dá dois pipocos no marginal, conseguindo recuperar a moto da vítima. Isso é trágico? O ato de ver uma vítima ter seu bem recuperado não é motivo para a comemoração? Só aí já vemos o lado que Sakamoto escolheu para torcer…

Contudo, o que vi nas redes sociais após o caso foi uma catarse, com hordas celebrando que uma pessoa foi abatida. Li gente pedindo sangue, literalmente. E, apesar de  não ser um caso de “justiça com as próprias mãos”, mas sim de ação da força policial, vi quem se aproveitasse da situação para exigir que julgamentos sumários sejam feitos para acabar com a criminalidade. Chega de julgamentos longos e com chances dos canalhas se safarem ou de “alimentar bandido” em casas de detenção. Execute-os com um tiro, de preferência na nuca para não gastar muita bala, e resolve-se tudo por ali mesmo. Limpem a urbe para os “homens de bem”.

O que Sakamoto não é capaz de perceber é que a reação de torcida pela morte do criminoso é sempre acompanhada pela torcida em prol das vítimas. O ser humano é um animal empático, que reage de forma compassiva muitas vezes quando sente uma espécie de identidade com outras pessoas vítimas de adversidades. Quando alguém celebra a morte de um criminoso em um momento em que vê uma vítima de crime ser salva está apenas reagindo empaticamente aos eventos do mundo. As pessoas tendem a se colocar no lugar das vítimas, e não dos criminosos, por que possuem identidade com as vítimas. Um cidadão comum sabe que é alguém vulnerável a criminosos armados. A reação automática e mais justificável é a de empatia, portanto, com aqueles com quem temos identidade. No evento do crime, ao apontar uma arma, o criminoso simplesmente se colocou em oposição absoluta ao dono da moto. Não havia como torcer por ele. E, quando alguém torce para um criminoso violento ser baleado, é por que está pensando nas vítimas potenciais dele. É contra reações dignas, de seres humanos empáticos, honestos e pagadores de impostos que Sakamoto se revolta.

Neste momento do texto, alguém com graves problemas cognitivos dirá: “ah, você já vai começar a defender bandido”” Não vou tentar explicar, novamente, que não, pois perdi a esperança de que esse tipo de pessoa venha a entender esse debate. Estou falando com os outros, que podem discordar desse ponto de vista, mas que absorvem o contraditório e refletem sobre ele.

Ué, mas foi exatamente Sakamoto aquele a afirmar que os tiros lançados contra um criminoso para salvar a moto de uma vítima compõem “uma tragédia”. Volte alguns parágrafos e reveja. Ele reconhece, então, que tem graves problemas cognitivos, pois ele próprio reconheceu defender, ou ao menos torcer para o bandido.

Mas é aí que temos que usar a dinâmica social na investigação política e, na avaliação da congruência entre discurso e comportamento de Sakamoto, finalmente entender o que está por trás de tanta indignação do japa com o fato do bandido ser alvejado: o desejo de aumentar o tamanho do estado. Falaremos disso daqui a pouco.

O Estado – esse cretino opressor de uma figa – está aí para impedir uma catástrofe maior – pelo menos, enquanto não tivermos consciência o suficiente para tomar o seu papel.

Aqui é só o embaralhar e dar de novo em cima dos truques marxistas. A farofa é a mesma de sempre: um dia não precisaremos do estado, mas, até lá, confiaremos de forma cega no estado e blá blá blá…

E, como já disse aqui antes, ao criticar esse discurso fácil que defende execuções públicas, não estou do lado do “bandido”, mas sim do pacto que os membros da sociedade fizeram entre si para poderem conviver em harmonia. Em suma, abrimos mão de resolver as coisas por nós mesmos para impedir que nos devoremos. E que, em uma decisão equivocada tomada na solidão emotiva do indivíduo, mandemos para a Glória alguém inocente.

Como é possível alguém ter a cara de pau de editar os fatos desse jeito? Quando o bandido usa uma arma em um assalto, simplesmente rejeitou todo e qualquer pacto social, dando sanção moral para que um policial o abatesse, assim como para que um cidadão pudesse se defender com o uso de uma arma também. Se um inocente for vitimado, basta, para isso, levar o caso à justiça, pois falamos de pessoas que entendem os pactos sociais, ao invés de criminosos violentos, que os rejeitam por completo. Em suma, o único que violou radicalmente os contratos sociais foi o criminoso, e os demais, a pensarem em seu direito de se defesa, nada fizeram contra esses contratos. Mas, ainda assim, Sakamoto inverte os fatos para dizer que aqueles que pensam em se defender “violam o contrato social”. É o oposto: se defender de criminoso é o direito moral de proteção à própria vida. É um dos contratos sociais mais valiosos que temos.

Mas, como todos nós sabemos, a pena de morte já existe em São Paulo e no Rio de Janeiro, apesar de não institucionalizada, como instrumento de controle policial ou de justiciamento pelo crime organizado. Há também milícias, envolvendo policiais, que se especializaram nisso, inclusive, ao avocar para si o monopólio da violência que, por regra, deveria ser do Estado.

Tenho que esfregar os olhos, pois é difícil acreditar que ele usou um argumento tão ofensivo à inteligência! É verdade que muitos criminosos se matam entre si, especialmente os traficantes de drogas. Mas isso ainda não implica em termos que permanecer catatônicos em relação ao fato de que bestas humanas estão aí prontas para vitimar cidadãos honestos (a maioria deles pertencente às classes mais baixas).

Ademais, a ideia de “monopólio da violência para o estado” é uma crença do Sakamoto, mas esse é mais um problema moral dele. A constituição mais sadia do mundo, a dos Estados Unidos, prevê que os cidadãos tenham o direito de se armar a ponto de poderem até reagir contra um possível totalitarismo do estado. Então, se Sakamoto quer nos vender a ideia de que “o monopólio da violência é do estado”, que se acostume a notar que esta noção é facilmente refutável diante do direito do ser humano honesto em se defender.

Para contrapor os bandidos, muitos defendem o terrorismo de Estado ao invés de buscar mudanças estruturais (como garantir real qualidade de vida à população para além de força policial dia e noite).

Quem ainda não entendeu a dinâmica da apologia ao crime feita pela extrema-esquerda deixou escapar o ponto principal. Todo discurso deles de apreço ao criminoso se complementa com um pedido de verbas refletido em inchaço estatal. Ou seja, a partir do momento em que um criminoso comete um ato de barbarismo extremo, um esquerdista começará a pregar que um dia a violência acabará se dermos todo nosso dinheiro ao estado para que este corrija as falhas humanas. Sakamoto, eu não nasci ontem 😉

Boa parte da população, apavorada pelo discurso do medo, mais do que pela violência em si, tem adotado a triste opção de ver o Estado de direito com nojo. 

Mais truques de falsas rotulagens, agora com a tentativa dele usurpar o rótulo “Estado de direito” para turma anti-civilização que ele defende. Na verdade, um estado que nos defende de criminosos, muitas vezes sem usar luvas de pelica diante de terroristas, é o verdadeiro Estado de direito. Já um estado omisso, que abre as pernas para a violência dos criminosos (devido ao constrangimento causado pelos políticos de esquerda), perdeu sua razão de existir.

No momento em que o bandido caiu ao chão, pudemos finalmente dizer: “Até que enfim, gastaram nosso dinheiro de impostos em algo que preste”.

Por isso, desejo tanto que nossa Justiça funcione aqui e agora, punindo culpados, de acordo com o Código Penal, e prevenindo as origens da criminalidade, de acordo com a Constituição. Ladrões de motos ou empresários que desviam milhões, da mesma forma. O que está em jogo aqui é que tipo de Estado e de sociedade que estamos nos tornando ao defendermos Justiça sem o devido processo legal ou com as próprias mãos.

Ele é bem repetitivo. Em um outro texto, ele protestava contra a redução da maioridade penal dizendo que “o que está em jogo é que tipo de sociedade queremos ser”. Agora, tenta nos chantagear dizendo que “o que está em jogo é que tipo de Estado e de sociedade que estamos nos tornando ao defendermos Justiça sem o devido processo legal ou com as próprias mãos”. Lamentável, lamentável.

Pois bem. Quando ele diz que “tipo de estado e de sociedade que estamos nos tornando”, quer hipnotizar seu público convencendo que as pessoas “se tornam estado”. Mas na visão daqueles que não foram acometidas pelo vírus mental ultra-esquerdista, o estado está aí para nos servir. Que ele não projete nos outros sua sanha de obter poder em estados inchados da esquerda.

E, ao permitirmos o direito de defesa contra criminosos violentos, estaremos, enfim, nos transformando em uma sociedade livre, na qual tanto um esquerdista pode chorar diante de um um criminoso baleado, como um direitista pode ter o direito de se defender de assaltantes de mão armada.

Não podemos nos esquecer, também, que a criminalidade tem várias origens, incluindo o histórico familiar de cada um, como também a personalidade dos indivíduos. Entretanto, uma das origens da criminalidade também reside no discurso de apologia e tolerância ao crime praticado por gente como Sakamoto.

Por exemplo, hoje o Brasil tem praticamente uma sub-cultura de ode ao criminoso, onde até menores de 18 anos podem cometer todo e qualquer crime que quiserem (o que vem desde a aprovação do ECA em 1988). É o paraíso sakamotiano. Mesmo assim, tornamos o país campeão mundial de homicídios. Agora, a cada vez mais, estamos nos isolando na liderança.

A fórmula esquerdista serve para facilitar a vida dos criminosos. E, ao mesmo tempo, arrumar pretextos para que esquerdistas inchem estados.

Ainda assim, em um dia nos sentimos revigorados tanto em nossa cidadania como em nossa valoração da honestidade. Este é o dia em que vimos um caso raro neste país: um criminoso perder, e a vítima ganhar. O Estado de direito venceu. Sakamoto perdeu.



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32 respostas

  1. Alguns dias atrás estava em um bar e um amigo vem com esta conversinha de que o bandido é uma vítima da sociedade, argumentei e ele disse que todos nós somos responsáveis. Neste momento eu mandei para ele o seguinte:
    “Se você disser que eu sou responsável por isso mais uma vez levanto daqui e encho esta sua cara de porrada! Vai imputar responsabilidade na puta que te pariu!”
    Neste momento todos da mesa ficaram olhando com aqueles olhos arregalados de quem está assustado. Mas eu acho que os que ficaram olhando com aquela cara de assustado sem falar nada para um filho da puta deste é tão filho da puta que está falando. Em primeiro lugar porque o filho da puta que faz este tipo de discurso está ESTIMULANDO a criminalidade, e em segundo porque os que olham sem falar nada estão sendo coniventes com este estímulo.
    Se responsável por mim neste país de merda já é algo extremamente difícil, ser responsável pelas pessoas que eu por obrigação sou responsável é mais difícil ainda. Ser responsável por pessoas que eu não tenho a menor idéia de quem são é IMPOSSÍVEL.
    Eu faço de tudo para ser a pessoa mais correta possível e aí um filho da puta aparece e me diz que eu também sou responsável por estes marginais?
    Ah! Vá para PQP!
    Sério mesmo, já faz anos que eu tento conversar com estas pessoas numa boa mas tenho que ficar aturando risadinhas de afetação de superioridade e deboches de esquerdistas. Agora a minha paciência já acabou.

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    • O que você pode fazer nestes caso é refutar por absurdo, isso é, colocar um exemplo tão grotesco que nem ele próprio vai conseguir concordar. Mais ou menos assim:

      Esquerdista: “Quando um bandido mata alguém, é a sociedade que coloca a arma na mão dele.”
      Você: “Quando um pedófilo estupra uma criança, é a sociedade que coloca o p… dele dentro dela.”

      Esquerdista: “O ladrão é uma vítima da sociedade, ele só roubou porque não conseguiu honestamente já que a sociedade malvada não deu oportunidades para ele.”
      Você: “Quando um estuprador violenta uma mulher, ele só o fez porque não conseguiu uma parceira honestamente, já que mulheres são malvadas e não deram bola para ele.”

      Esse último tem uma MIRÍADE de contra exemplos que a desprovam, mas esse que eu coloquei, ao meu ver, é o que coloca o absurdo de raciocínio de maneira mais gritante.

      Sakamoto: “Boa parte da população, apavorada pelo discurso do medo, mais do que pela violência em si, tem adotado a triste opção de ver o Estado de direito com nojo. ”
      Você: “Realmente, é o discurso do medo. Quando um bandido vem te roubar, ele NÃO coloca uma arma na sua cabeça e ameaça matar você e toda a sua família. O que ele faz é trazer um papel onde está escrito o discurso do medo, então ele lê o discurso, você fica com medo, e dá a chave do carro pra ele. Só assim são os assaltos, se ele vier com uma arma, você dá risada da cara daquele amador, mas se ele vier com um papel com o discurso do medo, ah, aí sim você teme pela sua vida.”

      Enfim, sobre o texto: Não sei porque estão todos atônitos com o fato do Sakamoto ter “dado razão” à polícia, naquela situação em específico era impossível não concordar com o policial. Se o Sakamoto o fizesse, teria provado de uma vez por todas que é um lunático. Ele percebeu isso, e percebeu também que todos estavam À ESPERA de uma “sakamotagem”, então resolveu ser mais cuidadoso.

      Mas os argumentos (os de sempre: relativismo moral, culpar a vítima, inocentar o criminoso, etc.) são as mesmas falácias de sempre.

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    • Maxwell,

      Às vezes entro na mesma vibe. Vai ficando cada vez mais difícil CONVERSAR com pessoas amigas (e parentes) de carne-e-osso e normais.

      Percebo que nessas conversas na ‘Zumbilândia Tropical’ as pessoas vão se esvanecendo (sumindo junto com os discursos pré-moldados que saem fácil das bocas alegres e politizadas, e pior, achando que estão pensando “livremente”, com “senso crítico” e de “justiça social”) e ficando fracas de caráter e de sonhos, projetos.

      Essa MEEEERRRDA de socialismo (marxismo ou qualquer termo que o valha) vai deixando um rastro de DESESPERANÇA pelo caminho da gente; desfazendo elos afetivos, familiares…

      Desconecta a tolerância que faz qualquer sociedade caminhar em curso sólido. Mata a espontaneidade e a INTELIGÊNCIA das relações humanas mais comezinhas, banais…

      Sofistica a mentira e a inveja; torna-as chiques, objetos de fetiche…

      O fingimento locupletado torna-se a regra social básica pra boa convivência… PQP!

      A genuína admiração e esforço pela busca do que é bom, melhor, correto, justo, belo e verdadeiro, uma “alegoria mitológica” impossível de siquer ser cogitada como matéria de debate nas mesas de bar e nos círculos mais cultos e revervados….

      Enfim. Nessa hora ainda sobra aquela lasca de sensibilidade e coerência com a realidade que clama por decência e dignidade em meio a polidez que alimenta a maldade e que sempre evita o risco pra NUNCA se surpreender: um belo e sonoro PALAVRÃO.

      Boa parte do que eu falei aqui eu ouvi do Olavo. Bate com o que eu tb vejo mas por incapacidade cognitiva, não conseguia traduzir pra mim mesmo.

      E valeu pelo seu desabafo. Abs.

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    • Excelente contestação, Luciano! Acrescento algo que passou batido, ou talvez você tenha dito, mas não com o peso devido. É o seguinte. Repare no truque do Sakamoto. Em momentos como esse (que o nobre progressista está no centro do palco), ele se diz apenas um legalista, que defende um julgamento justo e cadeia para o condenado. Mentira! Quando está na surdina, Sakamoto defende as maiores atrocidades, como soltura de criminosos, diminuição de penas e aumento da maioridade penal. Fora que nunca o vi dar uma palavra de apoio a vítimas da dentista incendiada, do estudante baleado, da menina estuprada na van. Sakamoto não é legalista, é baguncista.

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  2. Lamentável que um professor, doutor, sei-lá-mais o que esse tal de Sakamoto é, tenha uma visão tão distorcida da realidade. Pior ainda é saber que nossas universidades estão abarrotadas destes “seres superiores”, ensinando o incauto que o comunismo é o melhor caminho. Como pode alguém desejar que um estado seja cada vez mais inchado e que concentre cada vez mais o poder. Já não basta o nível de corrupção que vivemos hoje? Querem mais? Na boa Doutor Sakamoto… VAI PROCURAR TUA TURMA E LOTA UMA BALSA PARA CUBA.

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    • Esse esquerdopata é apenas mais uma fraude com mentalidade psicopata em que a vida e a liberdade dos outros não valem nada. Ao amaldiçoar a a expressão na internet só mostra o quanto se alinha com a vontade de censura e o Marco Regulatório.

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    • Lamento informar, amigo: mas praticamente a maioria do PROFESSORES DOUTORES de humanas no Brasil pensam exatamente igual ao Sakamoto…

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      • Doutor de humanas é aquele cara que fumou maconha antes de “pegar no pesado” … .

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      • Ainda bem que o que guia a humanidade sempre para o futuro são as ciências exatas e não as humanas. Tive vários professores doutores e NENHUM esquerdopata. Felizmente o mundo não está nas mãos de quem estuda humanas.

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      • Engano seu Andressa Martins ! Eles tem o capital se eles te pagarem pra inventar um gene gay ou coisa do tipo ou vc faz ou morre de fome ! Se um cientista de renome diz que existe fude… ! Mesmo vc apresentando provas de que não existe vai ser humilhada em praça pública ! Todos estamos atrelados as relações sociais e a esquerda chegou a um nível tão complexo que manipulam até a verdade ! Quem bem souber faz as malas e some do Brasil !

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      • Marlon, concordo contigo que quem controla o dinheiro é a esquerda, mas fugir para onde? Não é só aqui no Brasil. No Brasil talvez apenas seja mais ridículo.

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  3. Eu não vou exagerar na minha pergunta e qualquer um que ler ela, sinta-se a vontade para responde-la, incluindo eventuais esquerdistas que milagrosamente conseguiram chegar aqui. Me diga 1 esquerdista de destaque que passou vontade/ necessidade ou que trabalhou bastante. O Lula nunca trabalhou, a Dilma forjou sua tese de economia. Esse Sakamoto é formado em ciências políticos, ou seja, quantas vezes o cara já foi cortar uma grama num sol de rachar, acordar 5 da manhã para pegar transporte público para ir ao trabalho. Diego Quinteiro ou PC Siqueira tudo brocha, nunca, NUNCA fizeram parte do famoso ‘proletariado’. Engraçado é que esse pessoal que nunca trabalhou se torna esquerdista na política e um cara como Enéas Carneiro que nasceu miserável e conseguiu subir na vida com suas próprias pernas se tornou o maior político de direita desse país. O Bolsonaro também, quem julga que a AMAN é moleza se engana. Aliás esse pessoal que se forma em filosofia, ciências políticas etc na universidade não sabe porra nenhuma. Os caras nunca fazem suas próprias investigações ou leitura, não, é só alterando entre um autor esquerdista e outro… e depois são essas antas que entram para a política!

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    • Os esquerdistas seguem a seu pai,Marx.Marx não entendia nada do proletariado[era um gigolô] e,mesmo assim,achava que sabia o que era melhor pro povão.A maioria dos ditos intelectuais de esquerda mal sabem o que é pegar um ônibus{ou alguém acha que Chico Buarque sabe o que é pegar uma lotação?Nem em Paris ele deve fazer tal aventura.]

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  4. A visão dele, Sakamoto, não é distorcida. É correta servindo, àquilo ao que ele se propõe e que é sua finalidade básica: seguindo literalmente o comportamento gramscista, tenta colocar em “debate” aquilo que sequer deveria ser cogitado, como a defesa física do ser humano. Isto posto e usando de truques verbais que fariam corar um jumento (mas não petistas de última hora), tenta defender a “minoria carente dos bons bandidos”, rotulando-a à vontade do freguês incauto. Criando-se o tema, o freguês começa a “ver” uma lógica no fato… e aí começa a distorção, não do fato mais sim da versão que se tem dele.
    Serviço feito. Simples assim.

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  5. Muito bom. Date: Wed, 16 Oct 2013 04:24:27 +0000 To: walmensy@hotmail.com

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  6. Achei curioso você pular a parte em que ele sugere que a igreja, a família e a escola são instituições que por definição se opõem ao estado de direito, que foi o mais absurdo do texto inteiro dele.

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  7. Mais um ótimo texto Luciano, excelente elucidação de mais essa sakamotagem patética.
    Mas Luciano, pessoas como você e os que o lêem deveria ser mais combativos e desmitificar esses farsantes, esses pensadores de araque esquerdistas lá na zona de conforto deles, dentro do território deles, acabar com os argumentos deles desmascarando e humilhando eles diante da própria plateia deles no Facebook e blogs afim… Esses idiotas esquerdistas só se abalam diante da total e completa humilhação pública…DEVEMOS SER MAIS COMBATIVOS

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  8. Já falei: esse Leonardo Sakapoco é caso de internação

    Não adianta discutir nada com uma pessoa assim.

    Tem que internar numa clínica, deixar ele lá por um tempo descansando, tomando remedinho pra ver se essas neuroses todas que ocupam a cabeça dele se acalmam

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  9. “Está explicada a chuva de hoje!”

    KKK… Bem que eu desconfiei. : )

    Matou a pau, Luciano! O texto do sujeito virou pó. Quem gosta de usar tempero sakamoto na comida? Argh! : )

    Lendo o texto sobre essa extrema-esquerda (que vive ao extremo da alienação psicótica pura e simples) lembrei daquele desenho (muito bom por sinal) da ‘Liga da Justiça Sem Limites’ e de como é necessário colocar essa turma no seu devido lugar político e intelectual; trazê-los mais para o centro dos seus questionamentos de esquerda. É uma CARIDADE que se faz. Em um determinado momento na estória o Arqueiro Verde confessa para alguns membros na torre da Liga em meio a uma crise geopolítica mundial: “-Bom, não me levem a mal, eu sou um sujeito de esquerda, acredito que o governo deva fazer aquilo que a maioria do povo não pode fazer sozinha e coisa e tal…”. E termina dizendo algo muito interessante: “-Eu sou o único aqui que não possui poderes e vou dizer, às vezes vcs me dão medo… Acho justo o governo lá em baixo ter a chance de se defender de vcs… O que a humanidade poderia fazer caso todo esse poder aqui se voltasse contra ela?”

    Naquela época em que assisti o desenho eu pude perceber que é totalmente possível haver um pensamento de esquerda razoável. E o herói esquerdista (e milionário) das HQs estava a tratar exatamente desse ponto, o da segurança civil (auto-defesa) x poder estatal (contra-defesa). E, sem querer, essa fala do Arqueiro acaba negando o discurso das esquerdas raivosas-caviar aqui no mundo real.

    O máximo que um esquerdista pode fazer sem que caia no abismo revolucionário (e em milhares de contradições, paralaxes, psicopatias…) é tentar conciliar esse ‘direito moral de proteção à própria vida’ com a defesa do Estado como ente fundamental para se garantir o contrato social e a segurança da sua população. Qualquer coisa além disso (fora dessa dinâmica social) é “kryptonita” na moleira dos ‘super-babys’ do mundo melhor.

    Sakamoto (e assemelhados) precisam de umas aulas de arco e flecha com o Arqueiro Verde pra ver se acertam o alvo.

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  10. E o UOL é complíce do Sakamoto, pois apologia ao crime é crime, e é isso que o Sakamoto faz com a conivência do UOL.

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  11. Ary Magalhães,

    “A visão dele, Sakamoto, não é distorcida. É correta servindo, àquilo ao que ele se propõe e que é sua finalidade básica: seguindo literalmente o comportamento gramscista, tenta colocar em “debate” aquilo que sequer deveria ser cogitado,[…]”

    Na mosca! Esquerdistas, de um modo geral, existem para CRIAR CRISES, jogando uns contra os outros e inventando demandas inexistentes ou IMPOSSÍVEIS de serem suplantadas a tempo hábil.

    Só sabem destruir.

    Construir algo duradouro que é bom pra maioria, NECAS! Vivem disso. Se promovem nisso. Crescem nisso. Colhem seus lucros e prestígio moral e intelectual disso.

    Tira isso dessa gente e o que sobra é um anel de Lanterna Verde descarregado e um ser humano acuado num canto escuro chorando e tremendo de frio.

    Macuw,

    “Me diga 1 esquerdista de destaque que passou vontade/ necessidade ou que trabalhou bastante.”

    Karl Marx.

    Pegadinha do malandro! :¬[ ]

    Todo revolucionário de esquerda é um conservador da porta de casa pra dentro, um burguês preguiçoso e enfastiado da porta de casa pra fora, um delinquente da porta alheia e pública quando entra em qualquer coletivo e um paciente da porta do hospício quando cisma em abrir a boca e pensar ao mesmo tempo.

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  12. Só vou deixar isso aqui.

    “Se levada mais fundo ainda, essa “revolução cultural” acabará por perverter todo o senso moral da população, instaurando a crença de que o dever de ser bom e justo incumbe primeira e essencialmente à sociedade, e só secundariamente aos indivíduos. Muitos intelectuais brasileiros tomam como um dogma infalível esse preceito monstruoso, que resulta em abolir todos os deveres da consciência moral individual até o dia em que seja finalmente instaurada sobre a Terra a “sociedade justa” — um ideal que, se não fosse utópico e fantasista em si, seria ao menos inviabilizado pela prática do mesmo preceito, tornando os homens cada vez mais injustos e maus quanto mais apostassem na futura sociedade justa e boa.”

    http://www.olavodecarvalho.org/livros/bandlet.htm

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  13. Deveria ser proibido esquifrenico postar coisas em blogs. Quanto ao Comentario de Maxwell, 16 de outubro de 2013 • 1:41 am tenho a dizer o seguinte:

    Sou seu fa, e da proxima vez em que um babaquinha numa mesa de bar disser uma m%$#da dessas terei atitude semelhante. Ate porque, se toda a violencia e criminalidade ë culpa da sociedade, entao a porrada que eu vou dar na cara do esquerdopata TAMBEM Ë!!! Ou seja, estou isento de culpa ate mesmo para matar o sujeito, de acordo com a logica dele mesmo. Sou raivoso assim por causa da SOCIEDADE! NInguem tem culpa de nada!
    So que ë uma m%$#da viver numa sociedade assim, olhando por cima do ombro o tempo todo, nao ë mesmo? Prefiro lugares onde haja LEI!
    Desculpem a falta de acentos

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  14. bandido bom, bandido morto

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  15. Realmente parece uma inversão de valores.a única coisa que discordo do texto é que a morte de criminosos deve ser comemorada.Se Não é para chorar também não é para comemorar.Lembra o pensamento do maluf,e sabemos que trouxe mais estragos do que beneficios.

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